Tio Alírio era um poeta. Um homem de muita música e sensibilidade. Que amava os amigos e a família, que dificilmente tirava o sorriso do rostou. Falava manso até para dar esporro, era mesmo desses.
Farrista caseiro, era difícil tirá-lo de casa pra qualquer evento. Batizado, missa de sétimo dia, aniversário de criança… Muito difícil.
Ontem Beto lembrava das desculpas que dava para escapulir.
Uma não é nem tão original: “Ahh, nesse dia eu vou estar doente…”. A diferença é que ele ficava doente mesmo. Febre, dor de cabeça, passava o dia na cama.
Outra era mais cara de pau. “Porque ir se depois a gente tem que voltar?”.
Daniel Castelo Branco
23 de October de 2009 às 6:46 pm
Ivan, Mandei um Email p tu. No hotmail. Liguei p o CCLF mas não te encontrei. Você está viajando? abrç
Antonio Fernando dos Santos Barros
4 de March de 2010 às 12:37 pm
Sou de Grajaú, Maranhão e pesquisando nossa história, descobri nos arquivos da Prefeitura um Decreto que torna oficial como hino do município, a marcha “GRAJAÚ”, da autoria de ALÍRIO FRANÇA. Perguntando para os músicos mais velhos da cidade sobre esse senhor, ninguém soube informar até agora. gostaria de saber mais sobre ele e para isso preciso saber como descobrir os parentes mais próximos do Sr. ALÍRIO.