Quer dizer, é.
E não é.
É por que sou eu quem escreve e edita. Faço isso como obrigação imposta por mim mesmo e me tenho como um chefe autoritário que não paga salário mas é bastante exigente na produção.
E não é porque não uso esse espaço pra falar da minha vida privada, do meu casamento, das minhas meninas, das minhas angústias de ordem pessoal ou coisas do tipo.
Nesses últimos dias andei fora do ar. E não só no blog.
E como um punhado de vocês me visitam com alguma frequência, imagino que mereçam uma explicação – mesmo que esfarrapada. Segue uma tentativa.
Sábado e domingo estive com a família e alguns amigos em Gravatá, onde comemoramos meu aniversário e do jornalista João ‘Magro’ Valadares.
É. Cadê meus parabéns?
No mesmo domingo, viajei ao Rio de Janeiro onde fiquei enfurnado por dois dias num hotel conversando com representantes e parceiros da Fundação Ford.
A Fundação Ford é uma das principais agências financiadoras das ONGs que trabalham com a questão do direito à comunicação. Inclui-se entre elas o Centro de Cultura Luiz Freire, entidade à qual estou ligado desde 2004.
A conversa lá foi muito boa e alguma coisa sobre isso deve ganhar essas páginas, em tempo.
Cheguei hoje de madrugada. Depois do almoço pego um carro e vou para Palmeira dos Índios, interior de Alagoas. Lá participo de uma formação para professores e gestores municipais de cinco municípios sobre a importância das práticas esportivas inclusivas. Vou a trabalho, pelo UNICEF, onde presto consultoria na gestão e na comunicação desse programa específico – que se chama Inspiração Internacional.
Volto no sábado para dois dias depois, viajar novamente pelo Inspiração. Dessa vez para Pesqueira(PE), onde converso com representantes dos conselhos municipais de direitos da criança e do adolescente de quatro cidades do agreste/sertão.
No meio tempo, estou orientando o pessoal de casa para que deixe uma foto minha sempre à vista de minha filhinha de dois anos. Afinal de contas, quero ser reconhecido na volta.
Aqui e ali vou procurar postar.
Como já disse um outro: não me deixem só.
Samuel
27 de May de 2009 às 9:56 am
Parabéns, mô vei!
Hugo Pereira
27 de May de 2009 às 10:59 am
Parabéns atrasado, se soubesse que estava em Gravatá, teria ido dar-lhe um abraço pessoalmente, uma vez que, também estava comemorando o meu aniversário que acontecera no dia 21. Então fui comemorar com familiares em Bezerros e em Gravatá.
Forte abraço e parabéns por mais um ano de experiências e realizações, pessoais e profissionais.
Hugo Pereira
Thiago
27 de May de 2009 às 2:39 pm
Nem chama pra cachaça, né?