taxiConvidado pelo Conselho Regional de Psicologia para uma conversa com doutoras e doutores da cuca, às 17h59 eu telefonei para a Servi-taxi. Trata-se de uma empresa que controla aproximadamente 400 táxis. Nesse serviço, é uma das maiores do Recife.

Atende a particulares e faz faz convênios com outras empresas e instituições, como o CRP, que ia pagar meu transporte.

Então tentei ligar uma vez. Disparou.

Tentei duas. Tente três. Mais algumas.

Às 18h06 falei com a simpática e apressada atendente. Dei o endereço, terminei de me arrumar, desci pra esperar o carro.

São 18h20. Nada de táxi. Ligo novamente. O telefone dispara duas vezes antes da moça atender.

“Queria só confirmar se o pedido de táxi foi anotado direito…”

A atendente confirma nome e telefone.

“Moço, infelizmente o carro ainda não foi pedido. Estamos com uma demanda muito grande. Vamos estar enviando seu táxi em breve”

“Daqui a quanto tempo vocês vão estar enviando o táxi?”

“Uns 15, 20 minutos. O senhor quer estar esperando?”

“Não tenho escolha, moça. O voucher que eu tenho é da empresa de vocês”.

São 18h45. Mais uma ligação.

“Moça, boa noite. Ivan, telefone tal e tal”.

“Ah, moço. Infelizmente ainda faltam três clientes na sua frente. O senhor quer estar esperando?”

Às 19h21 chega o carro. Nunca se esperou tanto por um táxi. Com uma hora de atraso, chego no local da palestra e me desculpo. Inútil. Muitos dos presentes também tinham chegado mais tarde. Por também dependerem da mesma empresa.

De hoje em diante, quando tiver opção, Servi Taxi nunca mais.