Virou, mexeu, me pego falando do sistema público de comunicação.
E percebo que falo de uma coisa que realmente não existe no Brasil.
Mais ainda. Percebo que muita gente (talvez até eu) tem dificuldade de compreender o que seria esse ‘sistema’. Mais ainda. Quem não é profissional de comunicação tende a imaginar que esse assunto não é de seu interesse.
Há alguns dias, Cezar Maia (o verdadeiro, não o político), me perguntou porque que não tento escrever sobre isso de forma mais explicadinha.
Então eu vou começar a fazer isso a partir de hoje.
E pra começar eu vou citar um artigo da Constituição Brasileira (que como outros tantos ainda não foi totalmente regulamentado: ou seja, não tem lei que diga exatamente como é que ele funciona).
Art. 223. Compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão, permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens, observado o princípio da complementaridade dos sistemas privado, público e estatal.
Detalhe. Veja que no texto tem a palavra “público” e “estatal” separadas. Então continue lendo o texto (se quiser), sabendo que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.
E qual é mesmo a diferença?
Continue aí embaixo que a gente vai tentar chegar lá.
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