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	<title>Bodega &#187; AnaCrônicas</title>
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		<title>Feliz ano novo &#8211; 10 previsões certeiras para a temporada 2012 do futebol brasileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 02:25:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Às vésperas de a bola começar a rolar pelos campeonatos estaduais de 2012, chegam às minhas mãos previsões inusitadas sobre o que vai acontecer no mundo da bola nesse país tropical. Podem anotar e me cobrar por isso. Minha fonte é tão certeira quanto um pênalti de Elano: 1- Alguém vai dizer na imprensa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/bola-de-cristal.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-4917" title="bola-de-cristal" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/bola-de-cristal.jpeg" alt="" width="400" height="267" /></a>Às vésperas de a bola começar a rolar pelos campeonatos estaduais de 2012, chegam às minhas mãos previsões inusitadas sobre o que vai acontecer no mundo da bola nesse país tropical. Podem anotar e me cobrar por isso. Minha fonte é tão certeira quanto um pênalti de Elano:</p>
<p>1- Alguém vai dizer na imprensa que Maradona foi melhor que Pelé (ou vice-versa), e Pelé (ou Maradona) vai ser convidado a comentar;</p>
<p>2- O Corinthians vai ser ajudado pela arbitragem em pelo menos dois jogos durante o ano;</p>
<p>3- Ao menos uma torcida brasileira irá comparecer aos jogos de seu clube com as faixas viradas de cabeça para baixo;</p>
<p>4- A Globo vai criar uma coreografia ou uma macacada qualquer e sugerir que os jogadores façam ao fizerem seus gols pelo Brasil;</p>
<p>5- Os atletas seguirão as orientações à risca;</p>
<p>6- Haverá confusão entre torcidas em pelo menos dois lugares do Brasil;</p>
<p>7- Pelo menos três comentaristas esportivos vão sugerir que a solução para a violência (quem sabe no mundo inteiro?) é a proibição das torcidas organizadas;</p>
<p>8- Galvão Bueno irá narrar uma partida que terá um final dramaaaaaático;</p>
<p>9- O Flamengo vai contestar o título Brasileiro do Sport em 87 em algum tribunal público ou privado. Na falta de um tribunal, vai recorrer ao blog de Juca Kfouri;</p>
<p>10- O tribunal em questão, seja qual for, confirmará o título da equipe pernambucana. Menos, é claro, o blog de Juca Kfouri.</p>
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		<title>Sobre, mezes, rakis e liberdade de expressão. Na Turquia.</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 15:51:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um programa tipicamente turco é sair para rakis e mezes. Raki é a bebida tradicional daquele país. Nada menos que 40 graus alcoólicos à base de uvas e anis, servido normalmente com água mineral. Mezes são os tira gostos, os ponches, as tapas &#8211; como queiram. Desde clássicos como anchovas, beringelas refogadas ou camarões fritos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um programa tipicamente turco é sair para rakis e mezes. Raki é a bebida tradicional daquele país. Nada menos que 40 graus alcoólicos à base de uvas e anis, servido normalmente com água mineral. Mezes são os tira gostos, os ponches, as tapas &#8211; como queiram. Desde clássicos como anchovas, beringelas refogadas ou camarões fritos até coisas, digamos, mais inusitadas como cérebro de carneiro ao vinagrete.</p>
<p>Numa dessas fomos com a amiga Zeynep Alemdar, professora de ciência política, estudiosa de direitos humanos, querida e excelente anfitriã. A moça deu o caminho das pedras da animada noite de Istanbul, anotou frases importantes no idioma local (&#8220;me dê uma cerveja, por favor&#8221;, por exemplo) e, claro, o papo acabou chegando nos temas mais cabulosos.</p>
<p>Até então eu não sabia que a Turquia, apontado como um exemplo de democracia e liberdade na porta do oriente médio, fosse um país que restringia tanto a liberdade de expressão. Alguns problemas comuns aos nossos, como a falta de um sistema público de comunicação andam de mãos dadas com questões ainda mais cabulosas.</p>
<p>Atualmente, existem mais de 70 jornalistas presos naquelas bandas, suspeitos de fazerem parte ou promoverem &#8220;organizações ilegais&#8221;. Suspeitas baseadas no que escrevem e transmitem. Além deles, um número não estimado de políticos, ativistas e estudantes também está atrás das grades pelo que quiseram dizer &#8211; e mesmo pelo que não tiveram a intenção de fazer.</p>
<p><a href="http://www.bianet.org/english/freedom-of-expression/132528-behind-bars-for-wearing-a-keffiyeh" target="_blank">Um caso emblemático é o do estudante de engenharia Cihan Kırmızıgül desde fevereiro do ano passado por&#8230; estar usando uma kaffiyeh.</a> Pra você que, como eu, não sabia, &#8220;kaffiyeh&#8221; é aquele tipo de cachecol preto e branco que Yasser Arafat costumava usar, bastante comum no mundo árabe. Pois é. Enquanto esse rapaz esperava um ônibus, noutro canto da cidade alguns outros jovens tacaram coqueteis molotov num supermercado vazio. Por conta disso, o cara está até agora há um ano e meio atrás das grades, embora não haja nenhum relato sobre sua atividade política ou mesmo alguma testemunha que o tenha visto no local do ataque.</p>
<p>Mais tarde, soube que no mesmo país o YouTube passou meses proibido porque um grupo de gregos (sempre os gregos) tinha postado um vídeo questionando a sexualidade da primeira liderança da república turca, o general Ataturk.</p>
<p>Entre rakis, mezes, conversas moles e litros de cerveja turca, três dias em Istanbul dão muita vontade de voltar. Com o devido cuidado de deixar a kaffiyeh em casa.</p>
<p>Em tempo: cérebro de carneiro não tem gosto de quase nada. Muuuuuito pouco do que poderia ser o gosto do próprio carneiro. Tem a consistência do patê, mas é de difícil ingestão pelo simples fato de que é visivelmente um cérebro.</p>
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		<title>Eu disse que iria ficar ofilaine</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 22:33:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu tou de férias e disse que iria ficar ofilaine por uns tempos. E tou ficando. Nesses primeiros dias de folga, o lapitope tem servido mais para fazer raiva na hora de transportar do que para qualquer outra coisa. Mas hoje, enganado pelo fuso horário, acordei no meio da madrugada e não consigo mais dormir. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/kurta.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-4886" title="kurta" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/kurta-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Eu tou de férias e disse que iria ficar ofilaine por uns tempos.</p>
<p>E tou ficando. Nesses primeiros dias de folga, o lapitope tem servido mais para fazer raiva na hora de transportar do que para qualquer outra coisa.</p>
<p>Mas hoje, enganado pelo fuso horário, acordei no meio da madrugada e não consigo mais dormir. Então passei aqui na Bodega pra lavar uns pratos, passar o pano no balcão, essas coisas.</p>
<p>Esses dias estou tendo a oportunidade de fazer coisas que todo mundo deveria ter a oportunidade de fazer. Sair de casa, do trabalho, do país. Sentir novos gostos, novos cheiros, novas sensações.</p>
<p>Perceber diferenças e semelhanças entre pessoas que vivem longe umas das outras e, à sua maneira, buscam a felicidade da forma que lhes convém ou é possível.</p>
<p>E queria aproveitar essa insoniazinha pra dizer que estamos todos muito perto. Por incrível que pareça.</p>
<p>Um abraço pra você.</p>
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		<title>No Mundo da Lua &#8211; a menina e os agrupamentos familiares</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 12:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Filha de pai e mãe separados, a criança de quatro anos é uma menina do seu tempo. E desde cedo demonstrou interesse por relações e agrupamentos familiares. &#8220;Você é o que de Tia Silvinha?&#8221;, &#8220;Vovô é o que seu?&#8221; &#8220;Tio Fernandinho é o quê de Tia Sandrinha?&#8221; são perguntas frequentes, mesmo quando ela já sabe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2011/11/familias.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4861" title="familias" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2011/11/familias.jpg" alt="" width="400" height="308" /></a>Filha de pai e mãe separados, a criança de quatro anos é uma menina do seu tempo.</p>
<p>E desde cedo demonstrou interesse por relações e agrupamentos familiares.</p>
<p>&#8220;Você é o que de Tia Silvinha?&#8221;, &#8220;Vovô é o que seu?&#8221; &#8220;Tio Fernandinho é o quê de Tia Sandrinha?&#8221; são perguntas frequentes, mesmo quando ela já sabe a resposta.</p>
<p>A pequena também gosta de saber quem mora com quem, quem dorme em que quarto, enfim. A pequena gosta de saber.</p>
<p>Também por isso, dia desses o pai encontrou e levou para casa, orgulhoso, um <a href="http://www.areerj.org.br/catalogo/livro.php?cod=8917" target="_blank">livro sobre as diferentes famílias.</a></p>
<p>Com ilustrações bacanas, a publicação explica que os agrupamentos existem de diversas formas. Que tem pai solteiro, mãe solteira. Homem que casa com homem, mulher que casa com mulher. Família grande e familia pequena. Casas maiores e menores. Famílias que gostam de sair e as que gostam de ficar em casa. Pais e/ou mães que trabalham em diversos empregos.</p>
<p>Ao final da leitura, o papai empolgado queria saber o que  a menina tinha sacado daquela conversa toda.</p>
<p>&#8220;Entendeu, meu amor? E então, que tipo de família é a sua?&#8221;</p>
<p>Ela matou no peito e bateu de primeira, como se a pergunta fosse a mais ridícula de todas.</p>
<p>&#8220;Do tipo que me ama&#8221;.</p>
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		<title>A prefeitura e a cidade da piada pronta</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 01:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Domingo passado meu amigo João Valadares fez uma matéria no Jornal do Commercio sobre o trânsito do Recife. Falou da basicamente da crônica má educação dos motoristas e da falta de fiscalização do poder público. De fato há muitos carros nas ruas. De fato a cidade não está preparada para um crescimento tão grande da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo passado meu amigo João Valadares fez uma matéria no Jornal do Commercio sobre o trânsito do Recife. Falou da basicamente da crônica má educação dos motoristas e da falta de fiscalização do poder público. De fato há muitos carros nas ruas. De fato a cidade não está preparada para um crescimento tão grande da frota. Realmente a turma do volante aqui vacila demais e acaba deixando as coisas muito piores.</p>
<p>Na manhã essa terça o vídeo aí embaixo, produzido por Amanda Beça e Bruna Monteiro fez sucesso na Internet, gerou um porrilhão de compartilhamentos no Feicebuque e que deu uma força no chacoalhamento do povo que controla o trânsito por essas bandas. Especificamente, o vídeo reclama da total falta de acessibilidade de uma praça do Recife, frequentemente tomada por carros de clientes da Casa dos Frios, nas Graças.</p>
<p>Não demorou para a prefeitura agir e &#8211; tcharã &#8211; meter as pedras que a gente chama de &#8216;gelo baiano&#8217; ao redor da pracinha. Carro não entra mais. Nem cadeirante. Nem carrinho de bebê. Para compensar a total falta de fiscalização das leis do trânsito, o poder público municipal resolveu o problema fechando a praça. Olha a foto que Valadares colocou no Feicebuque dele.</p>
<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2011/11/gelobaiano.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4848" title="gelobaiano" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2011/11/gelobaiano.jpg" alt="" width="400" height="268" /></a></p>
<p>Ou falta do chefe do executivo municipal sensibilidade para perceber os problemas da cidade,  ou tem alguém por aí querendo sacanear o prefeito.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>No Mundo da Lua &#8211; da imaginação e das verdades de cada um</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 22:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A menina de quatro anos tem uma amiga chamada Vitória (ou Victória, não sei como se escreve). Tem seis ou sete anos, é bonita, tem cabelos castanhos, é inteligente e tem diversos dos brinquedos que existem para vender na televisão e que a pequena gostaria de ter em casa. Só quem não existe mesmo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A menina de quatro anos tem uma amiga chamada Vitória (ou Victória, não sei como se escreve).</p>
<p>Tem seis ou sete anos, é bonita, tem cabelos castanhos, é inteligente e tem diversos dos brinquedos que existem para vender na televisão e que a pequena gostaria de ter em casa.</p>
<p>Só quem não existe mesmo é Victória (ou Vitória, não sei como se escreve). Isso mesmo, é uma amiga imaginária. Fruto da fértil fantasia de uma menina que pensa demais.</p>
<p>O colégio onde estuda, o lugar onde mora e até mesmo as origens da familia de Vitória (ou Victória) variam. Mas as histórias são sempre interessantes. Se Victória (ou Vitória) foi para uma festa, uma viagem ou uma peça de teatro, pode ficar certa de que o passeio foi bacana.</p>
<p>Poucas coisas deixam a menina mais chateada do que alguém dizer abertamente que Vitória é fruto de sua imaginação.</p>
<p>Não raro, o pai cai na bobagem de revelar a invisibilidade da pequena amiga. Pura dificuldade para criar histórias tão criativas, possivelmente. Coisa de velho.</p>
<p>Nesse dia havia visitas em casa e o papis foi dar-lhe banho. Debaixo do chuveiro, a menina abriu o jogo.</p>
<p>&#8220;Não gosto quando você diz que Vitória é minha amiga imaginária&#8221;</p>
<p>&#8220;Mas ela não é imaginária?&#8221;</p>
<p>&#8220;Não, ela é de verdade&#8221;</p>
<p>&#8220;Tem certeza?&#8221;</p>
<p>&#8220;Tenho. Ela existe mesmo&#8221;</p>
<p>&#8220;Então é pra a gente dizer sempre que ela existe de verdade?&#8221;</p>
<p>&#8220;Sim&#8221;</p>
<p>&#8220;Mesmo ela sendo imaginária, é pra dizer que ela é de verdade?&#8221;</p>
<p>&#8220;Sim&#8221;</p>
<p>&#8220;Então tá&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Já começa agora com seus amigos, viu?&#8221;</p>
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		<title>Mais tuítes do fim do mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 14:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gostei da brincadeira. Vamos voltar a especular como a iminência do fim do mundo será divulgada no tuíter? @srlm : eu não disse que o livro iria acabar? @blogdojamildo : Jamildo foi o primeiro a suspeitar da polêmica do fim do mundo @tiodino : Acaba o mundo e eu não acabo esse job porque não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei da brincadeira. Vamos voltar a especular como a iminência do fim do mundo será divulgada no tuíter?</p>
<p>@srlm : eu não disse que o livro iria acabar?</p>
<p>@blogdojamildo : Jamildo foi o primeiro a suspeitar da polêmica do fim do mundo</p>
<p>@tiodino : Acaba o mundo e eu não acabo esse job porque não saio do twitter</p>
<p>@joaovaladares : Torcida tricolor pula toda ao mesmo tempo e terremoto acaba o mundo</p>
<p>@MiguelNicolelis : Daqui a pouco a Rádio Big Bang, totalmente operada pela mão avatar de um macaco, vai explicar as teorias científicas sobre o fim do mundo</p>
<p>@michaelstipe : its the end of the world as we know it. And I feel fine.</p>
<p>@kibeloco: Saiba como o fim do mundo será anunciado na tuitosfera <a href="http://bit.ly/q5oxcP">http://bit.ly/q5oxcP</a></p>
<p><a href="http://www.bodega.blog.br/anacronicas/como-sera-anunciado-o-fim-do-mundo-no-twitter/">Veja aqui como começou essa brincadeira.</a></p>
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		<title>Como será anunciado o fim do mundo no twitter?</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 14:46:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em meus anos de faculdade (nem faz tanto tempo assim), uma brincadeira recorrente (e velha) era a gente tentar imaginar como seria noticiada a certeza do fim do mundo nos jornais e revistas do Brasil. A Veja com suas informações &#8220;bombásticas&#8221;, a Folha com seus infográficos, etc. Dias de hoje, fico pensando como será que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/twitter-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4798" title="twitter-2" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/twitter-2.jpg" alt="" width="400" height="262" /></a>Em meus anos de faculdade (nem faz tanto tempo assim), uma brincadeira recorrente (e velha) era a gente tentar imaginar como seria noticiada a certeza do fim do mundo nos jornais e revistas do Brasil. A Veja com suas informações &#8220;bombásticas&#8221;, a Folha com seus infográficos, etc.</p>
<p>Dias de hoje, fico pensando como será que os twitteiros dariam essa informação em 140 caracteres. Vamo especular?</p>
<p>@hempadao: O mundo vai se acabar em fumaça</p>
<p>@vidadeletícia: O mundo vai se acabar. Porra, não vai dar tempo de comer cem homens!</p>
<p>@reinaldoazevedo: Eu não disse? Lula fez o mundo se acabar.</p>
<p>@RealMorte: ocupada pra caralho com o fim do mundo. fora do twitter por uns tempos.</p>
<p>@vozdacomunidade : aqui no Alemão, todo mundo preparado pro fim do mundo. UPPs dizem que traficantes estão envolvidos na conspiração. Alguém confirma?</p>
<p>@reginanavarro: às vésperas do fim do mundo, a tendência é que as pessoas façam mais sexo sem proteção</p>
<p>@OCriador: façam fila!</p>
<p>@rafinhabastos: O mundo vai se acabar de tanta piada fantástica que eu vou fazer</p>
<p>@joseserra_ : Quando eu fui ministro da Saúde de FHC eu já previa que o mundo iria acabar. Eu sou o pai do projeto Fim do Mundo para todos.</p>
<p>@blogdonoblat: O mundo vai se acabar. Fontes em Brasília me confirmarão data e hora em breve.</p>
<p>@karinabuhr: O mundo vai acabar  o governo ainda não pagou o cachê dos artistas que tocaram no carnaval</p>
<p>@blogdonoblat: RT @fulano esse Noblat é um demotucano!</p>
<p>@blogdonoblat: RT @sicrano esse Noblat é um petralha!</p>
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		<title>Notas bienaldas</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 13:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Bienal Internacional do Livro de Pernambuco começou sexta passada e eu já apareci por lá duas vezes. Fui no domingo, com a filhota, para curtir a programação infantil. Voltei ontem (segunda-feira), para participar de um debate sobre Literatura e Direitos Humanos, aproveitando para dar um rolé. Compartilho algumas impressões: 1)Há uma parte significativa da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Bienal Internacional do Livro de Pernambuco começou sexta passada e eu já apareci por lá duas vezes. Fui no domingo, com a filhota, para curtir a programação infantil. Voltei ontem (segunda-feira), para participar de um debate sobre Literatura e Direitos Humanos, aproveitando para dar um rolé. Compartilho algumas impressões:</p>
<p>1)Há uma parte significativa da feira dedicada às crianças, especialmente com ofertas de livros em diversos estandes. Muitas (mas muuuitas) &#8220;obras&#8221; por 3, 4, 5 reais. Sendo que a maioria (esmagadora) são releituras de clássicos da Disney ou parte de pacotes transmídia de megaproduções gringas. Muitas princesas, muitos shreks, muitas barbies. Nada contra (ah, tá, um pouquinho), mas a gente sente falta da grande diversidade de histórias que poderiam ser reproduzidas e disponibilizadas em literatura para crianças.</p>
<p>2)Saudável excessão, entre outras poucas, é o estande da editora espanhola SM, que trás diversos títulos bacanas, gringos e nacionais, com histórias para crianças e adolescentes em diversos estágios de proficiência em leitura (porra, adorei usar essa palavra &#8220;proficiência&#8221;). Edições bem feitas, bem ilustradas, bem diagramadas, bem impressas. Só não tem livro de R$ 10,00, mas os descontos são legais se comparados com os preços de livrarias.</p>
<p>3)A variedade de debates/entrevistas/saraus é interessante. Tem desde papos cabeçudos até poetas cordelistas falando de suas obras. O ruim é que quase ninguém sabe o que está acontecendo. Não foram impressas (até agora) programações, as pessoas dos estandes não conhecem bem os espaços e não existe nenhuma forma simples de se informar que não seja ir diretamente ao serviço de atendimento aos expositores (sim, não é para o público) e contar com a boa vontade da galera que trabalha lá (tudo gente fina, diga-se).</p>
<p>4)O calor é grande. Use roupas leves porque a refrigeração não funciona na maior parte dos espaços. A acústica é complicado por conta dos muitos microfones funcionando ao mesmo tempo. Alguém pluga um violão aqui, outro passa um vídeo acolá. O áudio dos debates se misturam com o rapaz que tenta dar informações no alto falante central. Um carinho a mais no tratamento de som seria legal.</p>
<p>5)Tem um espaço muito legal dedicado à literatura matuta, aos cordelistas e aos contadores de histórias. Tem sempre poetas por lá, uma conversa boa, um ambiente descontraído pra sentar e bater um papo. Todo dia tem programação musical a partir das 19h. Só que as barracas ficam entocadas por trás da praça da alimentação (que também fica escondida no portão de saída) e você só descobre mesmo quando já andou por todo lado e está cansado/a querendo ir embora.</p>
<p>6)Pagar para entrar (mesmo que &#8216;apenas&#8217; R$ 4,00 ou R$2,00 &#8211; para estudantes) não foi uma boa ideia. O evento é financiado com recursos públicos (dos oito patrocinadores, só um é empresa privada) e é justo que seja acessível a todo mundo. Bom lembrar que para chegar lá a pessoa já tem que pagar pelo transporte e, se for de carro, são R$ 5,00 de estacionamento (se conseguir vaga lá dentro). Ouvi dizer que existe uma decisão da Justiça proibindo a cobrança, mas parece que a turma de lá não tá ligada não.</p>
<p>Enfim, isso tudo pra dizer que trata-se de um evento legal, um pequeno mundo de entretenimento pra quem curte ver livros, cheirar livros, pegar em livros, ouvir histórias e conversas sobre livros. Mas tem que ter disposição.</p>
<p>Nos próximos dias, voltarei por lá. Quarta (dia 28) vou participar com os colegas João Freire, Álvaro Filho e Marcelo Cavalcante, de uma conversa sobre futebol e literatura, no Café Cultural, às 19h. Também irei retornar para fazer matérias especiais para o <a href="http://www.penarua.tv.br" target="_blank">Pé na Rua</a>. Não preciso nem dizer que estou disposto a me impressionar mais com a feira.</p>
<p><em>A Bienal Internacional do Livro de Pernambuco funciona no Centro de Convenções, até o próximo domingo,dia 2 de outubro. Pra saber mais vá <a href="http://www.bienalpernambuco.com" target="_blank">aqui no site deles.</a></em></p>
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		<title>Existe democracia passiva?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 03:21:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Democracia é bom, mas dá um trabalho danado…”, diz um verso da turma do Quanta Ladeira, que tira onda de toda a população terrena em paródias bem sacadas e cantadas durante o Carnaval pernambucano. Não é à toa. Pressupondo (como pressuponho) que a democracia tenha como princípio o exercício do poder pelo povo em toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/2011-09-16-15.59.24.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4751" title="SAMSUNG" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/2011-09-16-15.59.24.jpg" alt="" width="400" height="210" /></a>“Democracia é bom, mas dá um trabalho danado…”, diz um verso da turma do Quanta Ladeira, que tira onda de toda a população terrena em paródias bem sacadas e cantadas durante o Carnaval pernambucano. Não é à toa.</p>
<p>Pressupondo (como pressuponho) que a democracia tenha como princípio o exercício do poder pelo povo em toda a sua diversidade, é natural que, para que ela exista de fato, o povo realmente exerça esse tal poder. Sacou? Exercer, exercitar? Verbos de ação. De quem pega a faz.</p>
<p>Antes de mim, já disseram sobre a democracia que pode ser representativa ou participativa. Nessa última, que também atende pela alcunha de ‘direta’, a própria população que a terra há de comer é quem diz o que quer e como quer.</p>
<p>Por essas bandas, existem alguns instrumentos que fazem valer a participação. Audiências públicas são convocadas todas as semanas nas mais diversas casas legislativas para discutir leis, projetos ou programas. Dezenas de conferências acontecem todos os anos e definem políticas dos mais variados segmentos. Em alguns municípios, pedacinhos do orçamento público são definidos em consultas abertas. Até projeto de lei a sociedade pode propor sem precisar do Congresso. São os chamados PL de Iniciativa Popular. É difícil pra cacete, tem que pegar assinatura que só a gota serena. Mas que dá pra fazer, dá. Tá ligado o Ficha Limpa? Pronto, foi assim.</p>
<p>Na representativa, também chamada ‘indireta’, escolhemos pessoas ou grupos (partidos?) que – dã – têm a função de nos representar. Mas se engana que essa brincadeira termina quando a gente aperta o pitoco verde da urna eletrônica. Eleger não é dar carta branca a Seu Ninguém. Representação não é uma simples e plena cessão de autoridade. E aí, mizifia, não adianta ficar reclamando na frente da televisão. Vale nada mostrar toda a sua brabeza para o motorista de táxi, o garçom, a manicure ou o cabeleireiro. Pra fazer a democracia acontecer de verdade, também tem que se mexer.</p>
<p>É aí que você telefona pra a vereadora pra perguntar como ela vai se posicionar sobre determinado projeto. É quando junta a galera pra assinar uma cartinha cobrando o monitoramento daquela obra pública. Quando a estudantada pinta uns cartazes bacanas e arruma um ônibus pra levar todo mundo naquela sessão em que os deputados estão votando a verba para o ensino médio do ano que vem. Ou mesmo quando as redes sociais são acionadas pra botar milhares de pessoas nas ruas pedindo a descriminalização da maconha, do aborto ou o que quer que seja.</p>
<p>Às vezes é chato. Às vezes é um saco. Procurar acompanhar minimamente o trabalho dos três poderes driblando a crônica falta de acesso à informação que sempre assolou nossas políticas públicas, procurar se informar sobre os calendários, as consultas e as formas de participação. Tomar ocasionais chás de cadeira ou ser tomada como doida por aquele verea crente que sua função é usar verba de gabinete pra comprar ambulância.</p>
<p>Algumas coisinhas ajudam. Articular-se com grupos da sociedade civil (organizada ou desorganizada) que têm interesses comuns. Acompanhar de alguma forma o trabalho de movimentos que querem mais ou menos isso que você também quer. Aprender a usar as ferramentas das mídias sociais para fazer suas mensagens chegarem a seus representantes.</p>
<p>Ainda é cabuloso? É, pode ser cabuloso. É trabalhoso? É, pode ser trabalhoso. E pode ser divertido também.</p>
<p>Mas existe um sistema político em que você não precisa fazer absolutamente nada disso. O nome dele é ditadura. Não sei se você tá afins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.porqueagenteeassim.com.br/2011/09/19/existe-democracia-passiva/" target="_blank"><em>* Esse texto foi publicado originalmente no site do projeto Por Que a Gente é Assim</em></a></p>
<p><a href="http://www.ombudspe.org.br/noticias/movimentos-e-entidades-da-mata-sul-levam-propostas-para-a-fpcompe/" target="_blank"><em>** A foto que ilustra este artigo mostra a galera de Palmares que foi à audiência da Frente Parlamentar da Comunicação na Mata Sul pernambucana e, junto com outras pessoas, entregaram uma lista de demandas aos parlamentares.</em></a></p>
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