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	<title>Bodega &#187; Padilá padicá</title>
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	<description>Um pouco de tudo</description>
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		<title>Nosso time dos outros</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 14:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Padilá padicá]]></category>
		<category><![CDATA[Suor]]></category>
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		<category><![CDATA[futebol]]></category>

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		<description><![CDATA[Daqui a pouco o Brasil enfrenta a Itália pela Copa das Confederações. Dunga, Galvão Bueno, Globo, Nike, Robinho, Kaká, Ricardo Teixeira, Orlando Silva, CBF, etc etc etc. Aqui pra nós, você ainda consegue torcer pela Seleção? Assistir ao jogo eu também assisto. Digo torcer. Vestir a Canarinha, pintar a cara de verdamarelo. Vidrar o olhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/selecao-brasileira.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1997" title="selecao-brasileira" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/selecao-brasileira.jpg" alt="selecao-brasileira" width="400" height="177" /></a>Daqui a pouco o Brasil enfrenta a Itália pela Copa das Confederações.</p>
<p>Dunga, Galvão Bueno, Globo, Nike, Robinho, Kaká, Ricardo Teixeira, Orlando Silva, CBF, etc etc etc.</p>
<p>Aqui pra nós, você ainda consegue torcer pela Seleção?</p>
<p>Assistir ao jogo eu também assisto.</p>
<p>Digo torcer. Vestir a Canarinha, pintar a cara de verdamarelo.</p>
<p>Vidrar o olhar na telinha. Suspirar a cada gol perdido. Morgar aos gols sofridos e gritar com entusiasmo a cada gol marcado.</p>
<p>Consegue?</p>
<p>Acho que tomei a pílula errada.</p>
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		<title>MJA &#8211; Cabeça do futebol na área</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 15:31:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Padilá padicá]]></category>
		<category><![CDATA[Prateleira]]></category>
		<category><![CDATA[Suor]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
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		<description><![CDATA[Faz uns meses, Inácio França me mostrou uma crônica que escreveu sobre um marido traído, torcedor do Santa Cruz, que afogava as mágoas por pensar ter sido trocado por um rubronegro. Me convidou então para escrever também umas mal traçadas sobre histórias futebolísticas. O objetivo, editar um livro com causos do Brasil inteiro. Por preguiça, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/cabecadebola.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1929" title="cabecadebola" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/cabecadebola.jpg" alt="cabecadebola" width="400" height="171" /></a> Faz uns meses, Inácio França me mostrou uma crônica que escreveu sobre um marido traído, torcedor do Santa Cruz, que afogava as mágoas por pensar ter sido trocado por um rubronegro.</p>
<p>Me convidou então para escrever também umas mal traçadas sobre histórias futebolísticas. O objetivo, editar um livro com causos do Brasil inteiro.</p>
<p>Por preguiça, não escrevi.</p>
<p>E vou pagar por isso, literalmente.</p>
<p>25 escribas aceitaram o convite.</p>
<p>O livro vai ser lançado nesta terça-feira, no Recife, às 19h, no Bar do Mamulengo, que fica na Praça do Arsenal, Recife Antigo. Custa R$ 25,00, com autógrafos dos organizadores. Vou ver se consigo um desconto para o exemplar sem autógrafo.</p>
<p>No meu lugar, colocaram Juca Kfouri e Raimundo Carreiro.</p>
<p>Bom para quem for ler.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Viva a Copa! Mas não com meu dinheiro.</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 13:50:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[AnaCrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Padilá padicá]]></category>
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		<category><![CDATA[Zuvido]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<description><![CDATA[Na minha vida, tive uma única oportunidade de acompanhar de perto uma Copa do Mundo de futebol. O ano era 1998. O país, a França. Sim, o Brasil levou uma lapada dos donos da casa na final. Mas aqueles dias ficaram para sempre. A farra nos albergues, os perrengues para acompanhar a Seleção, a festa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/copa2014_blatter.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1895" title="copa2014_blatter" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/copa2014_blatter.jpg" alt="copa2014_blatter" width="400" height="263" /></a>Na minha vida, tive uma única oportunidade de acompanhar de perto uma Copa do Mundo de futebol.</p>
<p>O ano era 1998. O país, a França.</p>
<p>Sim, o Brasil levou uma lapada dos donos da casa na final.</p>
<p>Mas aqueles dias ficaram para sempre. A farra nos albergues, os perrengues para acompanhar a Seleção, a festa nas ruas. E olha que não vi a canarinha em campo nenhuma vez. A carteira não deixou. A única partida em que consegui entrar no estádio foi entre Nigéria e Paraguai, em Tolouse.</p>
<p>A maioria dos jogos a gente assistir na rua mesmo. Em telões espalhados em diversas cidades, entre torcedores de outros países que vibravam e divertiam-se juntos.</p>
<p>Copa do Mundo é realmente uma coisa fantástica, especial mesmo.</p>
<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/estadio-cidade-da-copa-2014-recife.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1896" title="estadio-cidade-da-copa-2014-recife" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/estadio-cidade-da-copa-2014-recife-150x150.jpg" alt="estadio-cidade-da-copa-2014-recife" width="150" height="150" /></a>E por isso eu fico contente, muito contente, que o Brasil possa ser palco de mais uma. Especialmente sabendo que São Lourenço da Mata, aqui pertinho do Recife, vai ser uma das sedes.</p>
<p>Agora, se eu disser que não estou preocupado é mentira minha.</p>
<p>Todos os estádios-sede vão precisar de reformas. E olha que não é pouca coisa o que a Fifa pede.</p>
<p>São Lourenço, que nem tem estádio, vai precisar ganhar um.</p>
<p>Um estádio de futebol que atenda às expectativas de uma Copa não é coisa barata. Dizem que o de São Lourenço está para custar<a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/esportes/?p=3899" target="_blank"> R$ 500 milhões.</a></p>
<p>E isso é ótimo. Desde que seja pago pelas Nikes, Ambevs e Motorolas da vida. O dinheiro é deles e eles fazem o que quiserem.</p>
<p>Pra sair do cofre do povo, não é bom de jeito nenhum. Nem por investimento direto, nem por incentivo fiscal.</p>
<p>Explico: é uma questão de prioridade.</p>
<p>Vivemos num país em que a grande maioria das crianças não têm acesso à prática esportiva inclusiva de qualidade. As redes de ensino não têm professores suficientes nem infraestrutura adequada. Poucas escolas e comunidades têm acesso a quadras poliesportivas. Cobertas, então, é luxo raro.</p>
<p>Educadores sofrem também com falta de material esportivo (em qualquer modalidade) e de um currículo acordado que possa fazer com que a garotada aprenda o esporte e o que mais a prática pode trazer de bom.</p>
<p>Sendo assim, defendo que cada centavo de recurso público para o esporte seja investido, antes de mais nada, para que esse déficit seja superado. É o mínimo para quem diz que deseja fomentar a prática esportiva em todo o seu potencial.</p>
<p>Em construída a Arena em São Lourenço, quem vai tomar &#8216;tomar conta&#8217; dela após a Copa?</p>
<p>Os três principais clubes de futebol do Recife já têm seus estádios, além de inúmeros pepinos com a justiça do Trabalho e outras &#8216;justiças&#8217;. Se quisessem, dificilmente teriam recursos para adquirir um estádio tão caro. Muito menos para administrá-lo.</p>
<p>Rendas dos jogos e possíveis ganhos adicionais com estacionamento e comércio de alimentos dificilmente atrairiam o capital privado a assumir o estádio &#8211; especialmente se Rubronegros,  tricolores e alvirrubros &#8216;insistirem&#8217; em jogar em casa.</p>
<p><strong>Recordar é viver -</strong> Recentemente, o Brasil sediou os Jogos Panamericanos de 2007. Foram gastos cerca de R$ 3,5 bilhões (cujas explicações vivem batendo-e-voltando no Tribunal de Contas da União). Boa parte do custo do Pan foi em infraestrutura. Foram construídos, entre outros equipamentos, um dos mais modernos parques aquáticos do mundo, o Maria Lenk, que vive às moscas. O &#8220;Engenhão&#8221;, que hoje é a &#8216;casa&#8217; do Botafogo, também é cria do Pan. Pago com meu dinheiro e seu, o estádio hoje pertence à privada agremiação da estrela solitária.</p>
<p>Se você acha isso tudo certo, fique à vontade para bater palmas.</p>
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		<title>&#8220;Mas ela gosta tanto&#8230;&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 18:23:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[AnaCrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Padilá padicá]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Um argumento bastante usado para defender o trabalho de crianças e adolescentes no mundo das artes é o de que a criança diverte-se, expressa-se artisticamente e, antes de tudo, gosta do que faz. O argumento tem muita razão. Se uma criança gosta de cantar, de dançar, de pintar ou de praticar esportes, deve ser incentivada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um argumento bastante usado para defender o trabalho de crianças e adolescentes no mundo das artes é o de que a criança diverte-se, expressa-se artisticamente e, antes de tudo, gosta do que faz.</p>
<p>O argumento tem muita razão.</p>
<p>Se uma criança gosta de cantar, de dançar, de pintar ou de praticar esportes, deve ser incentivada a fazê-lo, a desenvolver suas habilidades e a expandir seus horizontes.</p>
<p>Isso tudo, porém, desde que não se perca a noção do que são seus direitos e devidos mecanismos de proteção.</p>
<p>Trabalhar todos os fins de semana, quando poderia estar brincando com coleguinhas de sua idade, é perigoso para a formação da criança.</p>
<p>Tornar-se celebridade e deixar de fazer atividades condizentes à sua idade também é.</p>
<p>Tornar-se, aos seis anos de idade, a principal provedora da residência, também é fora de questão.</p>
<p>Uma mãe que manda a criança vender confeito no sinal de trânsito merece ser punida.</p>
<p>Uma que incentiva (e agencia) a filha para o showbusiness sem preocupar-se com sua condição de criança também deve ser questionada.</p>
<p><strong>&#8220;Ah, mas ela gosta tanto&#8230;&#8221;</strong></p>
<p>Minha filha tem dois anos. Gosta muito de jogar papel amassado no lixo e de levar os pratos para a cozinha. Nem por isso vou arrumar um emprego num barzinho para ela &#8220;se divertir&#8221; aos sábados.</p>
<p>Também gosta muito de dançar. E também de andar correndo sem roupa pela casa. Nem por isso vou arrumar uma boate e negociar seus serviços.</p>
<p><strong>O que fazer?</strong></p>
<p>No caso das crianças com inclinação artística, o ideal é que sejam incentivadas a expressar-se artisticamente, mas não profissionalmente. Festas de familia e ocasiões promovidas pela escola são ambientes ideais para essa atividade. O mesmo vale para crianças com aptidões esportivas, por exemplo.</p>
<p>Até os meios de comunicação como o rádio, a televisão e a internet podem ser canais para essa manifestação artística. Mas aí todo o cuidado é pouco e algumas questões devem ser levadas sempre em conta.  Listo algumas reflexões que podem ser feitas neste &#8211; e em outros casos:</p>
<ol>
<li>A criança sente sempre prazer nessa atividade?</li>
<li>Ela é obrigada a realizar essas tarefas, mesmo nos dias em que não tem vontade?</li>
<li>Ela recebe para isso? Tem contrato? Esse recurso é importante na renda familiar?</li>
<li>Ela está sempre acompanhada dos pais, de responsáveis e de uma mínima estrutura psicológica?</li>
<li>Ela continua brincando, estudando? Tem tempo e vontade de interagir com coleguinhas, com crianças de sua mesma idade?</li>
<li>Nesta atividade, digamos, artística, a criança é tratada como criança? Ou é obrigada a se maquiar, a passar por sessões de cabeleireiro, vestir-se como adulta?</li>
<li>Os conteúdos tratados na presença dessa criança e nos programas em que eventualmente participa são condizentes para seu grau de maturidade?</li>
</ol>
<p>Listei sete perguntas. Uma resposta negativa a qualquer uma delas pode acender um &#8220;sinal amarelo&#8221;.</p>
<p>Não custa lembrar que cuidar da criança é dever do estado, da família e da sociedade.</p>
<p>Então se você não está fazendo nada, já está fazendo alguma coisa.</p>
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		<title>Alguém pelamordedeus tire essa menina do ar!</title>
		<link>http://www.bodega.blog.br/anacronicas/alguem-pelamordedeus-tire-essa-menina-do-ar/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 12:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[AnaCrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Padilá padicá]]></category>
		<category><![CDATA[crianças e adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[SBT]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[A maior atração do SBT é uma menina de seis anos. Uma menina que ainda não teve vida, só carreira. Que trabalha desde que aprendeu a falar. Que não pode brincar na rua, passear tranquila, ir ao cinema com os pais, brincar no parque. Uma menina realmente especial. Sabida, sapeca, simpática. De sorriso lindo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/maisa_silvio.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1825" title="maisa_silvio" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/maisa_silvio.jpg" alt="maisa_silvio" width="400" height="114" /></a>A maior atração do SBT é uma menina de seis anos.</p>
<p>Uma menina que ainda não teve vida, só carreira.</p>
<p>Que trabalha desde que aprendeu a falar.</p>
<p>Que não pode brincar na rua, passear tranquila, ir ao cinema com os pais, brincar no parque.</p>
<p>Uma menina realmente especial. Sabida, sapeca, simpática. De sorriso lindo e perspicácia incomuns para a sua idade.</p>
<p>Mas, antes de tudo, uma menina.</p>
<p>De seis anos de idade.</p>
<p>E que, antes mesmo de rabiscar as primeiras letras, já é uma das maiores celebridades do Brasil hoje.</p>
<p>Que lida com jornalistas, contratos, autógrafos e os friquefriques do showbiz antes de aprender a andar de bicicleta.</p>
<p>De quem a infância tem sido alegremente roubada. Com a complacência da família, das autoridades e de toda a sociedade.</p>
<p>&#8220;Os fãs a adoram&#8221;, dizem os &#8216;ispecialixtas&#8217; na telinha. Afinal de conta, a menina de seis anos é tida como a grande responsável pela recuperação de um punhado de pontos de audiência aos domingos na emissora de Silvio Santos.</p>
<p>Agora, ao menos por um par de vezes, a menina deixa claro que não é um robozinho. Num dia fugiu com medo de uma fantasia de monstro. No outro, sai chorando depois de ser provocada pelo apresentador mais antigo do Brasil.</p>
<p>Nada mais normal. Afinal de contas, trata-se de uma criança de seis anos. E assim agem as crianças de seis anos, ainda começando a compreender o mundo.</p>
<p>Choram, gritam, têm  medo de máscaras, do escuro, de assombração, de ficar de castigo.</p>
<p>Ou de ter que trabalhar todos os domingos.</p>
<p>Se realmente alguém gosta mesmo dessa menina &#8211; e eu acredito que muita gente goste &#8211; é preciso salvar a sua infância.</p>
<p>Representar junto ao Ministério Público, acionar os Conselhos de direitos da Criança e do Adolescente (municipal, estadual e nacinoal), provocar o juizado da infância e da adolescência, a delegacia especializada e todo o aparelho do estado que tem o dever a competência para tirar essa menina do ar.</p>
<p>Sua permanência em rede nacional não é só prejudicial à menina em questão. É também um incentivo para que pais e mães desinformados em todo o país façam das tripas coração para que suas pequenas pimpolhas possam também brilhar na televisão. Seja incentivando apresentações &#8216;artísticas&#8217; em programas de calouros, vestindo com roupas minúsculas ou submetendo a exaustivos ensaios de coreografias das músicas da moda.</p>
<p>Há quem diga que, incentivando a &#8220;carreira artística&#8221;, pais, mães e sociedade estão apoiando a criança a &#8220;fazer o que gosta&#8221;, o que nem sempre é verdade.</p>
<p>Quando é, basta imaginar que para dançar, cantar e brincar não se precisa necessariamente estar diante de câmeras de televisão.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bate papo sobre direito à comunicação</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 23:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Padilá padicá]]></category>
		<category><![CDATA[Zuvido]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[conferência]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Voz do Sertão]]></category>

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		<description><![CDATA[Adriana Amâncio é comunicadora das boas. A conheci ainda quando participava do programa Rádio Mulher, que é produzido pelo Centro das Mulheres do Cabo, aqui na Mata Sul de Pernambuco. Essa semana ela me ligou, lá do interior do Rio Grande do Norte, onde agora comanda o programa &#8220;A Voz do Semi-Árido&#8221;, transmitido pela Rádio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/old_radio_1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1795" title="old_radio_1" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/old_radio_1.jpg" alt="old_radio_1" width="400" height="205" /></a>Adriana Amâncio é comunicadora das boas.</p>
<p>A conheci ainda quando participava do programa Rádio Mulher, que é produzido pelo Centro das Mulheres do Cabo, aqui na Mata Sul de Pernambuco.</p>
<p>Essa semana ela me ligou, lá do interior do Rio Grande do Norte, onde agora comanda o programa &#8220;A Voz do Semi-Árido&#8221;, transmitido pela Rádio FM Vida para quase 80 cidades de três estados.</p>
<p>A moça convidava para um bate papo sobre o direito humano à comunicação. Claro que eu não podia recusar. Conversamos hoje, por telefone, e Adriana ainda teve a delicadeza de me mandar o áudio para que eu pudesse disponibilizar nessa Bodega.</p>
<p>Querendo ouvir, é só apertar o pitoco aqui embaixo:</p>
<p><object width="420" height="250" data="http://dc124.4shared.com/flash/flvplayer.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="file=http://dc124.4shared.com/img/105395304/28d70159/dlink__2Fdownload_2F105395304_2F28d70159_3Ftsid_3D20090514-184627-476d803/preview.mp3&amp;link=http://www.4shared.com/file/105395304/28d70159/Entrevista_A_Voz_do_Semirido_140509_direito_humano_a_comunicao.html&amp;plugins=revolt-1&amp;logo=http://dc124.4shared.com/images/logo.png&amp;image=http://dc124.4shared.com/images/icons/misc/mp3_200x180.jpg" /><param name="src" value="http://dc124.4shared.com/flash/flvplayer.swf" /></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Neco Tabosa e Marcha da Maconha: &#8220;O debate está sendo feito&#8221;</title>
		<link>http://www.bodega.blog.br/padilapadica/neco-tabosa-e-marcha-da-maconha-o-debate-esta-sendo-feito/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2009 11:38:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Padilá padicá]]></category>
		<category><![CDATA[marcha da maconha]]></category>
		<category><![CDATA[Neco Tabosa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.bodega.blog.br/?p=1742</guid>
		<description><![CDATA[Antonio Flavio Tabosa Pinheiro de Queiroz Lima Lucio parece até nome de juiz de direito. Mas esse jornalista-videomaker-ex-crooner-de-banda-de-rock-produtor-agitador-ativista-pró-descriminalização-da-maconha viu seu nome (e de outros comparsas) pela primeira vez numa sentença judicial há menos de uma semana. Ele tem uma referência em sua &#8220;homenagem&#8221; no despacho do juiz Alípio Carvalho Filho que garantiu a legalidade da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/marchamaconha091.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1744" title="marchamaconha091" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/marchamaconha091.jpg" alt="marchamaconha091" width="400" height="117" /></a>Antonio Flavio Tabosa Pinheiro de Queiroz Lima Lucio parece até nome de juiz de direito. Mas esse jornalista-videomaker-ex-crooner-de-banda-de-rock-produtor-agitador-ativista-pró-descriminalização-da-maconha viu seu nome (e de outros comparsas) pela primeira vez numa sentença judicial há menos de uma semana. <a href="http://filipetadamassa.blogspot.com/2009/05/txt-processo-0012009109617-1-juiz.html" target="_blank">Ele tem uma referência em sua &#8220;homenagem&#8221; no despacho do juiz Alípio Carvalho Filho que garantiu a legalidade da Marcha da Maconha no Recife. </a>A manifestação aconteceu domingo passado e segundo seus organizadores, juntou mais de duas mil pessoas nas ruas do Recife Antigo. Neco Tabosa, como é conhecido há anos (e como foi citado) é um deles. No vácuo da segunda edição da Marcha na capital pernambucana, ele (que também é meu próprio amigo particular), trocou uma idéia com a Bodega, por MSN.</em><br />
<em><br />
</em><strong>BODEGA</strong><em><strong>-  Como foi a marcha?</strong></em><br />
<strong>NECO TABOSA</strong>- Foi massa.</p>
<p><strong>BODEGA <em>- Isso já é a resposta?</em></strong><br />
<strong>NECO </strong>- Huauhahua. Não. Pausa pra tender o telefone.</p>
<p><strong>BODEGA <em>- Ah, tá. Vislumbrei um duplo sentido&#8230;</em></strong><br />
<strong>NECO </strong>- A marcha foi boa como sempre. Um grande ensaio de como vai ser a política no futuro (sem partidos, sem políticos, só a sociedade organizada em função de uma causa). Quem pode fazer a faixa faz, quem entende de som cede o microfone, essas coisas&#8230; Agora, como todo movimento novo em formação, merece cuidados&#8230; Por exemplo, teve gente que confundiu a marcha com bloco de carnaval e insistiu em fumar durante o percurso. Claro que isso não é novidade nenhuma no Recife Antigo, mas pra a gente ficou chato. Por isso estamos vendo a melhor maneira de  divulgar a idéia pro ano que vem: &#8220;se for pra fumar na Marcha, fique em casa!&#8221;</p>
<p><strong>BODEGA </strong>- <strong><em>Vocês tinham um lema/tema específico? Uma proposta, digamos, mais formal?<br />
</em>NECO </strong>- Não. São muitas pessoas e interesses distintos de estar ali marchando. Eu sou jornalista. Não sou jurista nem sociólogo. Sei lá se legalizar é melhor do que descriminalizar, não estudei isso. Mas sei que a Marcha tem que existir para levantar o debate. E isso está sendo feito.</p>
<p><strong>BODEGA <em>- Você esteve nas duas edições da marcha no Recife? O que foi diferente? Como deve ser a próxima?</em></strong><br />
<strong>NECO </strong>- As duas foram tranquilas. Fantasias, cartazes, musiquinhas engraçadas e a certeza de que juntos somos fortes (nessa hora toca Mercedes Soza ou Geraldo Vandré). Mas o que a gente quer é mais gente comprometida, maior participação popular e menos maluco querendo babilonizar o mundo. Por isso o slogan novo: se for pra fumar na marcha, fique em casa.</p>
<p><strong>BODEGA <em>- Gancho pra pergunta: como foi a atuação da policia?</em></strong><br />
<strong>NECO </strong>- Não participei da marcha inteira porque fui divulgar o evento no Sopa de Auditório (o programa de Roger de Renor, na TVU). Mas o que eu soube é que foram educados. Que precisaram intervir com os mais afoitos, mas não registraram nenhuma ocorrência. A simples advertencia resultava em baseado apagado ou maconheiro à distância.</p>
<p><strong>BODEGA <em>- O fato de maconheiros assumidos e policiais assumidos andarem lado a lado por algumas horas já não é um troço legal?</em></strong><br />
<strong>NECO </strong>- Eu acho, mas também deixa o fio da tensão mais esticado, né não? Afinal de contas eles estão lá protegendo os &#8216;maconheiro safado&#8217; que estão acostumados a perseguir&#8230;</p>
<p><strong>BODEGA </strong><em><strong>- Como tua família vê essa militância?</strong></em><br />
<strong>NECO </strong>- Meus irmãos me acham um herói. Minha avó não comenta (ela comenta sempre que lê meu nome no jornal, menos com esse tema). Meu pai sabe do envolvimento e deve ficar orgulhoso, como todo comunista saudoso.</p>
<p><strong>BODEGA <em>- Pra finalizar, a pergunta obvia: pra que legalizar?</em></strong><br />
<strong>NECO </strong>- Pra que um brasileiro, maior de idade, trabalhador ou estudante possa fazer com seu pulmão e o seu próprio cérebro o que achar melhor; pra que médicos, cientistas e pesquisadores tenham acesso à maconha para estudos; pra que os governos de Pernambuco e do Brasil possam gerar divisas com uma planta que muita gente quer comprar ao invés de ficar contando seus mortos nas páginas dos jornais.</p>
<p><strong><em>pêésse: a foto aí em cima é de João Carlos Mazella. Não procure Neco. Nessa hora ele estava dando pinta na televisão</em></strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista de Jossuaris com Qualquer Pessoa da Face da Terra (QPFT)</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2009 08:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Padilá padicá]]></category>
		<category><![CDATA[Rarrá]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[JOSSUARIS - Vamos chamar agora Qualquer Pessoa da Face da Terra! Uáu! PLATÉIA - (Aplausos). JOSSUARIS - Como vai? É um prazer ter você aqui&#8230; QPFT - Eu que digo, Jossuaris, sou teu fã desde pequenininho. Chega tou nervoso. O que é que tem na tua caneca? Se for goró, me dá uma lapada? JOSSUARIS [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/jo-soares.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1733" title="jo-soares" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/jo-soares.jpg" alt="jo-soares" width="400" height="96" /></a>JOSSUARIS </strong><em>- Vamos chamar agora Qualquer Pessoa da Face da Terra! Uáu!</em></p>
<p><strong>PLATÉIA </strong>- (Aplausos).</p>
<p><strong>JOSSUARIS </strong>-<em> Como vai? É um prazer ter você aqui&#8230;</em><br />
<strong>QPFT </strong>- Eu que digo, Jossuaris, sou teu fã desde pequenininho. Chega tou nervoso. O que é que tem na tua caneca? Se for goró, me dá uma lapada?</p>
<p><strong>JOSSUARIS </strong>- <em>Claro. Alex, desce un goró aqui pro/a nuestro/a conbidado/a.</em><br />
<strong>QPFT </strong>- Brigado.</p>
<p><strong>JOSSUARIS </strong>- <em>Agora me conta. E aquela vez que você ficou preso/a no elevador?</em><br />
<strong>QPFT</strong> &#8211; No elevador? Não tou lembrado/a não&#8230;</p>
<p><strong>JOSSUARIS </strong>-<em> Não lembra? No elevador, que tinha aquela loira?</em><br />
<strong>QPFT </strong>- Hmmm&#8230; Loira?</p>
<p><strong>JOSSUARIS</strong> -<em> É! Você tinha 12 anos&#8230; Ela te pediu um beijo&#8230; Não tem uma história dessa?</em><br />
<strong>QPFT- </strong>Ah, tem mesmo, tem mesmo (risos)</p>
<p><strong>JOSSUARIS</strong><em> &#8211; E como foi?</em><br />
<strong>QPFT </strong>- Foi muito engraçado. Eu tinha 12 anos, fiquei preso/a no elevador e uma loira bem gostosa me pediu um beijo.</p>
<p><strong>PLATÉIA </strong>- HAHAHAHAH!!!</p>
<p><strong>JOSSUARIS </strong>- <em>(Se dirigindo à banda) Derico, alguma loira já te pediu um beijo?</em><br />
<strong>DERICO </strong>- Pediu, sim, mas não era pra ela.</p>
<p><strong>PLATÉIA </strong>- HAHAHA!</p>
<p><strong>JOSSUARIS </strong>- E então, QPFT, nessas suas viagens, você passou alguma roubada?<br />
<strong>QPFT </strong>- Não&#8230;</p>
<p><strong>JOSSUARIS </strong>- <em>Não?</em><br />
<strong>QPFT </strong>- Hmmmm&#8230;</p>
<p><strong>JOSSUARIS </strong><em>- Não? Uma história de carro faltando gasolina?</em><br />
<strong>QPFT </strong>- Teve uma vez, foi, no interior&#8230;</p>
<p><strong>JOSSUARIS </strong>- <em>(Sorrindo) &#8211; E você fez o quê?</em><br />
<strong>QPFT</strong> &#8211; É, não tinha posto, né? Aí tive que dormir na casa de uma família. Lá tinha parabólica e todo mundo foi assistir o Jossuaris.<br />
<strong><br />
JOSSUARIS</strong> &#8211; <em>Ah, que maravilha&#8230; Isso foi na Paraíba? Você sabe que minha família é de lá, né? Tudo cabra macho (carrega no sotaque).</em><br />
<strong>QPFT </strong>- Tou sabendo&#8230; Terra boa&#8230;</p>
<p><strong>JOSSUARIS </strong>- <em>E tinha parabólica? Que fantástico&#8230; Isso é que é acesso à informação, parabólica em todo canto desse sertãozão, pra todo mundo saber o que está acontecendo no Brasil (leia: Rio e São Paulo &#8211; e olhe lá).<br />
</em><strong>QPFT &#8211; &#8230;</strong></p>
<p><strong>JOSSUARIS </strong>- <em>Que coisa. E pensar que ainda tem gente querendo regulamentar a comunicação, estabelecer cotas de antena, proibir a gente de mostrar cena de sacanagem a qualquer hora, impedir a Globo de ter o monopólio do jogo de futebol mesmo quando não vai mostrar a partida, obrigar as emissoras a ter programação local&#8230; Absurdo, né? Afinal de contas, bom é agora que temos liberdade de expressão, não é?</em><br />
<strong>QPFT &#8211; &#8230;</strong></p>
<p><strong>JOSSUARIS </strong>- <em>Então, eu estive aqui com QPFT&#8230;</em></p>
<p><strong>PLATÉIA </strong>- Ahhh&#8230;</p>
<p><strong>JOSSUARIS </strong>- Ahhhh&#8230; É isso aí&#8230; Que pena, que pena. Mas amanhã a gente volta. Beijo do gordo!</p>
<p><strong><em>(O diálogo é de ficcção. Maisomenos, né?)</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vamo brincar de pagar imposto?</title>
		<link>http://www.bodega.blog.br/anacronicas/vamo-brincar-de-pagar-imposto/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 20:31:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[AnaCrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Padilá padicá]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é uma das épocas mais cabulosas do ano. Essa quinta-feira, 30 de abril, é o último dia para declarar o imposto de renda. Quem é assalariado e atua pela Convençã das Leis do Trabalho (CLT) nem tem muita escolha. O maior taco do imposto é retido &#8216;na fonte&#8217; e muitas vezes até sobra uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/impostometro1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1701" title="impostometro1" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/impostometro1.jpg" alt="impostometro1" width="399" height="165" /></a>Essa é uma das épocas mais cabulosas do ano.</p>
<p>Essa quinta-feira, 30 de abril, é o último dia para declarar o imposto de renda.</p>
<p>Quem é assalariado e atua pela Convençã das Leis do Trabalho (CLT) nem tem muita escolha. O maior taco do imposto é retido &#8216;na fonte&#8217; e muitas vezes até sobra uma laminha de reembolso.</p>
<p>Quem trabalha na informalidade ou recebe de outra forma acaba tendo uma margem de manobra um pouco maior.</p>
<p>A declaração do IR é uma espécie de confessionário. Só que ao invés de avesmarias e painossos, o &#8216;pecador&#8217; se penitencia mesmo é na conta bancária.</p>
<p>E aí atire a primeira nota fiscal quem não conhece ninguém que &#8216;deslisa&#8217; na hora de se entender com o Leão. Uma receita médica aqui, um dinheirinho por fora acolá&#8230;</p>
<p>Argumentos para não pagar não faltam. O dinheiro costuma ser mal utilizado, os políticos são corruptos, patati patatá. Marcelo Tas, tido como um jornalista <em>muderno</em> e questionador, sugere que hoje é o dia &#8220;dos otários&#8221;, em referência ao famigerado imposto.</p>
<p>Menos, Tas, menos.</p>
<p>Cá pra nós, com mais imposto sonegado você acha mesmo que vai diminuir a roubalheira? Mais fácil descontarem na merenda escolar, no transporte público, no salário dos médicos, nos remédios, nas políticas para a juventude&#8230;</p>
<p>Claro que ninguém gosta de pagar. Nem eu nem você gostamos. Posso apostar.</p>
<p>Mas a gente tem que botar na cabeça que é com o dinheiro dos impostos que o estado funciona. E se a gente quer ver um estado funcionando, não pode se esconder na hora da conta.</p>
<p>Se não me engano, o país em que se paga maior imposto de renda é a Dinamarca. Pergunta se o povo de lá está achando ruim (aliás, pergunta não. Capaz de alguém dizer que está).</p>
<p>A verdade é que, ao invés de ficar achando ruim cumprir com nossa obrigação de cidadã e cidadão, a gente devia mesmo era se esforçar um pouco mais em fiscalizar o <strong>uso </strong>dessa grana.</p>
<p>Você que está aí ligando pra o amigo dentista, pedindo um recibo fajuto, por acaso já foi para alguma audiência pública (municipal, estadual ou federal) em que se discutiu, por exemplo, a Lei Orçamentária Anual? Ou, exercendo sua cidadania, participou de alguma reunião do Orçamento Participativo &#8211; se isso existe no seu município? Já escreveu uma carta para algum vereador reclamando de um gasto mal feito ou uma obra mal realizada? Já assistiu a uma reunião do conselho de alguma escola pública?</p>
<p>Não? Não para todas as perguntas?</p>
<p>Então vale a pena dar uma relida na declaração do IR antes de enviar, viu?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sinal dos tempos</title>
		<link>http://www.bodega.blog.br/anacronicas/sinal-dos-tempos-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 12:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[AnaCrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Padilá padicá]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[crianças e adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A mamãe mal acreditou no que via. Em cima da cama, a menina de cinco anos brincava com bonecas. Duas bonecas mulher, uma boneca homem. Já sem roupas. Faziam malabarismos dignos de filme erótico. Pra cima, pra baixo, de ladinho. Gritinhos, sussurros, todo o script. &#8220;Minha filha, o que é isso?!!&#8221;, chegou logo na diplomacia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/pornografialeon.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1562" title="pornografialeon" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/pornografialeon.jpg" alt="pornografialeon" width="400" height="255" /></a></p>
<p>A mamãe mal acreditou no que via.</p>
<p>Em cima da cama, a menina de cinco anos brincava com bonecas.</p>
<p>Duas bonecas mulher, uma boneca homem. Já sem roupas.</p>
<p>Faziam malabarismos dignos de filme erótico.</p>
<p>Pra cima, pra baixo, de ladinho. Gritinhos, sussurros, todo o script.</p>
<p>&#8220;Minha filha, o que é isso?!!&#8221;, chegou logo na diplomacia, falando manso.</p>
<p>&#8220;Elas tão namorando, mamãe&#8230; Quer brincar também?&#8221;</p>
<p>&#8220;Mas isso não é brincadeira, filhota&#8230; Essas bonecas tão fazendo coisa feia&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Coisa feia???&#8221;</p>
<p>&#8220;É, feia&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;E ninguém faz isso não?&#8221;</p>
<p>&#8220;Er&#8230; Bem&#8230; Faz, né? Mas isso não é coisa de criança brincar&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;É não?&#8221;</p>
<p>&#8220;Não&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Hmmm&#8221;, a pequena agora não entendia mais nada.</p>
<p>Ou começava a entender.</p>
<p>&#8220;Mainha, quem foi que me deu o primeiro estojo de maquiagem, quando eu tinha dois anos?&#8221;</p>
<p>&#8220;Fui eu, meu amor&#8221;</p>
<p>&#8220;E isso era coisa de criança brincar?&#8221;</p>
<p>&#8220;Bem, mais ou menos&#8230; A gente achava bonito você se interessar por produtos de beleza e tal&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;E essas bonecas peitudas, magrinhas, com roupinha sexy e decote? Quem deu?&#8221;</p>
<p>&#8220;Eu&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Tá&#8230; E quem botou a televisão no meu quarto??&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Nas novelas, o pessoal não se pega direto? E aquele programa que a gente vê e acha tão engraçado? Aquele que aparecem sempre umas mulheres de biquini se esfregando nos caras? A gente não dá tanta risada quando as meninas ficam falando fininho e os marmanjos ficam babando?&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Não tem um programa que a pessoa ganha um milhão pra ficar três meses se agarrando com pouca roupa? Todo mundo aqui não assiste?&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Mainha, quem é que chamava todo mundo pra me ver dançando &#8216;na boquinha da garrafa&#8217; quando eu tinha três aninhos? A senhora não achava bonitinho?&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Não achavam legal quando eu pedia pra colocar aqueles DVDs de forró e aprendia direitinho a dança da minhoca com aquelas coreografias todas?&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Não morria de rir comigo cantando &#8216;chupa que é de uva&#8217; e &#8216;lapada na rachada&#8217;?&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Porra, mamãe! Então qual é um problema de uma surubinha com as barbies? Agora pega o Ken e morde aqui o meu peitinho&#8221;.</p>
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