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	<title>Bodega &#187; Prateleira</title>
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	<description>Um pouco de tudo</description>
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		<title>MJA &#8211; O Dia do Tsunami no Recife</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 14:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que Tapacurá que nada! O desastre que dá o mote do primeiro livro publicado por Luiz Prado é uma onda gigantesca formada a partir de um terremoto no meio do Atlântico. A tragédia, como você pode imaginar, vai mandar o Recife para as cucuias, assim como praticamente todo o litoral nordestino. É o fraco? &#8220;O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/2011-11-29-10.36.58.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4877" title="SAMSUNG" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/2011-11-29-10.36.58.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a>Que Tapacurá que nada! O desastre que dá o mote do primeiro livro publicado por Luiz Prado é uma onda gigantesca formada a partir de um terremoto no meio do Atlântico. A tragédia, como você pode imaginar, vai mandar o Recife para as cucuias, assim como praticamente todo o litoral nordestino. É o fraco?</p>
<p>&#8220;O Dia do Tsunami&#8221; &#8211; que, afortunadamente para todos nós, é uma obra de ficção -  vai ser lançado na Saraiva do Shopping Recife, no próxima terça-feira dia 6 de dezembro. Eu, como sou amigo do escritor, me dei bem. Ganhei um exemplar e já tou lendo.</p>
<p>Luiz Prado é pai de meu amigo Fernando, que conheço desde a adolescência. Sempre foi dono de um excelente papo, que a gente gostava de curtir nas feijoadas que íamos filar no seu apartamento em Boa Viagem.</p>
<p>De profissão, é engenheiro químico, um homem da ciência. E seu pé (pés? braços? cabeça?) nas exatas é perceptível desde o início do livro que começo a folhear. Seu texto não tem firulas, não abusa de adjetivos ou metáforas. A cada página, procura o que julga ser a verdade científica, formatada através de suas andanças, pesquisas e experiências de vida. Para citar uma jangada, o recém-escriba nos dá uma lição sobre essas embarcações. Observou na história, sapecou uma pitada de engenharia e foi em frente. Essas pequenas &#8216;aulas&#8217; espalham-se pelo livro e são o melhor tempero do romance que se desenrola na narrativa linear e precisa: em coordenadas, minutos e segundos.</p>
<p>As 310 folhas do livro trazem consigo os anos de pesquisa rigorosa que culminaram no parto literário. A impressão que se tem é de que nada entrou ali por acaso. Frase após frase, fica evidente o trabalho que o estreante escriba teve para checar informações, conferir dados, formular diálogos dos personagens que criou mas que podem muito bem cruzar com você em qualquer parada de ônibus, verossímeis que são as descrições.</p>
<p>Em tempos de suposições sobre o fim do mundo (2012?), &#8220;O Dia do Tsunami&#8221; nos leva a um cenário de &#8216;últimos dias&#8217; bastante próximo de nossas referências do cotidiano e pode fazer você pensar duas vezes antes de tomar sua próxima decisão. Honesto, Luiz avisa logo de cara que, de acordo com os conhecimentos atuais sobre sismologia, é &#8220;muito difícil&#8221; que um fenômeno como este realmente aconteça algum dia. Só que, em ciência, quando alguém fala que alguma coisa é &#8220;muito difícil&#8221; de acontecer, a gente fica logo cabreiro.</p>
<p>O final, eu não conto. Até porque ainda não sei.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Eu e a Bienal</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 11:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi dada a largada para a VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, que rola lá no Centro de Convenções até o dia 2 de outubro. Vai rolar lançamentos, debates, palestras e &#8211; a gente espera &#8211; muita pechincha pra quem, como eu, quer aproveitar bem os últimos anos (será?) da supremacia do livro em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi dada a largada para a VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, que rola lá no Centro de Convenções até o dia 2 de outubro. Vai rolar lançamentos, debates, palestras e &#8211; a gente espera &#8211; muita pechincha pra quem, como eu, quer aproveitar bem os últimos anos (será?) da supremacia do livro em papel.</p>
<p>Esse ano eu vou participar do evento como nunca participei.</p>
<p>Já na segunda-feira, dia 26, participo de um bate papo com Delma Silva (MNDH) e Gabriel Santana (Rede de Bibliotecas Comunitárias da RMR) sobre literatura e direitos humanos. Vai ser uma conversa rapidinha e bacana, que começará às 16h no espaço &#8220;Círculo de Ideias&#8221;.</p>
<p>O nobre colega Alexandre Furtado também me chamou para uma mesa muito próxima à de um bar. Eu e meus particulares amigos João Freire e João Valadares vamos conversar sobre Literatura e Futebol. Questiono muito minhas credenciais como convidado, mas como glutão literário e apaixonado pelo mundo da bola, realmente não poderia perder essa oportunidade. A conversa é no Café Cultural e começa às 19h. Será que vende cerveja na Bienal?</p>
<p>A convite da cordelista Susana Morais, dois livros meus serão vendidos em seu estande. Kanimambo e Quasamar estão longe de serem lançamentos e já estão disponíveis em formato eletrônico. Mas pra quem gosta mesmo do cheiro do papel bem que pode me ajudar a livrar um espaçozinho na minha estante para novas aquisições. Susana se aboletará no stand 297, perto do Café Literário e da saída &#8220;E&#8221;.</p>
<p>Pra saber mais sobre o evento, vale a pena dar uma passada no próprio <a href="http://www.bienalpernambuco.com" target="_blank">site bienalzístico.</a></p>
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		<title>O FIG em poucas e moles notas &#8211; a grande sacada da literatura</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 20:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="400" height="335"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZhkaDUv5fTk&amp;feature=player_embedded#at=40&amp;rel=0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZhkaDUv5fTk&amp;feature=player_embedded#at=40&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="400" height="335"></embed></object></p>
<p>Quem vai para o Festival de Inverno de Garanhuns sabe que pode esperar de tudo. Teve cultura no meio, possivelmente é atração no evento. De caboclinho a hard core, de teatro infantil a mostra proibida para menores de 18 anos. Enfim, acho até que já usei esse nariz de cera. Mas o que eu quero dizer mesmo é que todas as linguagens da arte acabam encontrando seu espaço na celebração agrestina. Música, dança, teatro, artes plásticas, circo, tudo. Esse ano não tive como não prestar atenção no que fez a turma da literatura.</p>
<p>Organizados no <a href="http://festivaldapalavra.com/" target="_blank">Festival da Palavra</a>, os artistas da literatura levaram a cabo a máxima de ir aonde o povo está. Além das mostras de praxe, do lançamento de livros e recitais em lugares específicos, a turma inovou. Pra você ter uma ideia, inventaram um &#8220;poesia delivery&#8221; em que você ligava e um/a poeta chegava pra recitar em sua casa, escritório ou onde fosse. Painéis espalhados pelos becos da Academia de Letras de Garanhuns estiveram abertos para que qualquer um colocasse seu poema ou intervenção. Os painéis agora vão ser digitalizados para virar páginas de uma grande produção coletiva.</p>
<p>Gente da estirpe de Miró, Mariane Bigio, Malungo e Valmir Jordão (outros e outras) saíram pelas ruas da cidade recitando de porta em porta, alheiatoriamente. A também poeta Silvana Meneses bateu perna pelas comunidades, inclusive na zona rural, e fez sua performance de poesia ao pé do ouvido. Emocionante mesmo pra quem não gosta (ou diz não gostar) de versos. Poetas garanhunenses apareceram, deram entrevistas e movimentaram um <a href="http://festivaldapalavra.com/" target="_blank">blog</a> que vai ser difícil parar de ler e ver.</p>
<p>Fico aqui pensando no que essa turma vai aprontar para o ano que vem. Ou se terão paciência para esperar tanto.</p>
<p><em>Obs: não acreditem em mim. Vejam o vídeo aí em cima.</em></p>
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		<title>Vai um livrinho aí?</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 15:46:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aí do lado direito você vê os três livros que eu publiquei na minha vida. Quasamar é de poemas, foi impresso pela Bagaço com o apoio de amigos. Talvez você se surpreenda, mas poesia vende mal pra caramba, tanto que ainda tenho uma porção aqui em casa. É o tipo do livro que todo mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/livros.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3516" title="livros" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/livros.jpg" alt="" width="400" height="183" /></a>Aí do lado direito você vê os três livros que eu publiquei na minha vida.</p>
<p>Quasamar é de poemas, foi impresso pela Bagaço com o apoio de amigos. Talvez você se surpreenda, mas poesia vende mal pra caramba, tanto que ainda tenho uma porção aqui em casa. É o tipo do livro que todo mundo quer escrever, mesmo que seja pra se arrepender depois. Esse mesmo nem meu pai leu. Particularmente, eu gosto dessa obra escrita com a ansiedade dos meus vinte e pouquíssimos anos.</p>
<p>Problema de Coluna é uma coletânea de contos e crônicas que eu costumava publicar na minha primeira aventura internetística, em colaboração para o finado site lúdico-cultural A Ponte, criação de Neusa Rodrigues, Dani Acioli e Carol Vergolino. Esse não tem mais. Cabousse. Aparentemente, contos e crônicas vendem melhor do que poesia &#8211; embora a livraria que mais vendeu confessou que colocou-o na prateleira de &#8220;saúde&#8221;.</p>
<p>Kanimambo, meu mais recente (publicado em 2007), é meu xodó. Foi rodado numa pequena edição pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Os 200 exemplares que me deram, venderam-se em menos de dois meses. Os restantes, nunca foram distribuídos e eram vendidos apenas na própria editora. Recentemente, recebi um gentil telefonema do senhor Gilberto, que é um dos caras que com muita simpatia desenrolam o setor comercial da empresa pública. Me ofereceu 30 exemplares para que eu comprasse e ajudasse a distribuir.</p>
<p>Esse arrodeio todinho era pra dizer que eu tou com alguns livrinhos para vender. Eis os pacotes possíveis:</p>
<p>Kanimambo = R$ 30,00</p>
<p>Quasamar = R$ 10,00</p>
<p>Antologia Antônio Maria de Crônicas (esse eu tenho poucos) = R$ 15,00</p>
<p>Kanimambo + Quasamar = R$ 35,00</p>
<p>Kanimambo + Antologia  de Crônicas  = R$ 40,00</p>
<p>Kanimambo + Quasamar + Antologia de Crônicas = R$ 45,00</p>
<p>Encomendas clicando aí em cima em &#8220;Dê um toque&#8221;.</p>
<p>Claro que se não for para Pernambuco é você que paga o frete.</p>
<p>Em tempo: os mais lisos e/ou pirangueiros podem ler Kanimambo e Quasamar em pdf, baixando aqui mesmo na Bodega.</p>
<p>Em tempo 2: os mais modernos podem comprar a versão para tablet que está disponível pela editora Novo Livro <a href="http://www.simplissimo.com.br/store/ficcao/kanimambo.html" target="_blank">nesse site aqui.</a></p>
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		<title>Um livro que precisa dar cadeia</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 12:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faz tempo que eu queria escrever essa resenha. Tanto que eu até pensei que já tinha escrito. Tudo começou por causa do Bigode. Ou melhor, de Bigode. É, Bigode. Bigode era grandão e grisalho. Nem magro nem gordo. Espadaúdo. Sentou ao meu lado num voo Brasília-Recife meses atrás. Paletó sem gravata, não parecia ter cadeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/honoraveis-bandidos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3463" title="honoraveis-bandidos" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/honoraveis-bandidos.jpg" alt="" width="400" height="142" /></a>Faz tempo que eu queria escrever essa resenha.</p>
<p>Tanto que eu até pensei que já tinha escrito.</p>
<p>Tudo começou por causa do Bigode. Ou melhor, de Bigode. É, Bigode.</p>
<p>Bigode era grandão e grisalho. Nem magro nem gordo. Espadaúdo. Sentou ao meu lado num voo Brasília-Recife meses atrás. Paletó sem gravata, não parecia ter cadeira no Congresso. Fazia mais o tipo que trabalha lá de crachá ou mesmo o perfil de quem, nos bastidores, elege e deselege a galera.</p>
<p>Cumprimentou-me com a cabeça e não deu mais um pio. Tirou da capanga um livro preto em que se destacava a foto de um ex-presidente da República. De óculos escuros, o político do livro parecia estar saindo de um filme de gângster americano.</p>
<p>Bigode devorava o livro com muita atenção e uma caneta Bic. Não sei se gostava do que lia, mas não conseguia tirar os olhos da publicação. Pra quem, como eu, tem o vício da leitura, isso dá uma inveja danada. Tanto que eu tentava &#8216;filar&#8217; a literatura do silencioso vizinho o tempo inteiro -  com pouquíssimo sucesso, diga-se.</p>
<p>De vez em quando dava pra ler as anotações de Bigode sobre a obra. &#8220;Prestar atenção&#8221;, dizia um rabisco. &#8220;Muito importante&#8221;, escrevia embaixo de um parágrafo onde o político protagonista dava um mini-escândalo depois de uma pategagem de um comparsa. Verdade é que, ao lado do Bigode, eu me sentia coadjuvante num filme policial. Como um espião desavisado que entra no meio de uma trama fantasiosa envolvendo sexo, chantagem, dinheiro e poder.</p>
<p>Tanta era minha curiosidade que comprei &#8220;Honoráveis Bandidos&#8221;, de Palmério Dória (2009, Editora Geração, você acha por vinte e poucos contos na <a href="http://www.estantevirtual.com.br" target="_blank">Estante Virtual</a>), assim que desembarquei em Pernambuco. Devorei o bicho em dois dias e entendi logo de cara porque é que o Bigode não conseguia largar a obra. Página após página, o enredo da história elenca um sem-número de falcatruas, negociatas, macacutaias e cambalachos protagonizados por José Sarney e seu clã.</p>
<p>Nomes, datas, locais. Diálogos literais colocando o coronel maranhense em praticamente todos os grandes escândalos nacionais desde os anos sessenta, quando começou a despontar na política do seu estado. A riqueza de detalhes revela uma extensa pesquisa feita pelo autor, jornalista das antrolas, velho conhecedor da política brazuca.</p>
<p>Ainda não sei de que lado Bigode (o do avião) estava. Torço para que ele seja um dos que vai usar a informação para tentar derrubar do trono o hoje poderoso senador Sarney. Na certa também poderia ser um advogado preparando-se para a difícil defesa do imortal marimbondo (ou moribundo?).</p>
<p>Capítulo após capítulo, apenas um pensamento me vinha à mente. Em qualquer país sério do mundo, um livro como este já teria dado cadeia.</p>
<p>Nem que seja para o autor.</p>
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		<title>MJA &#8211; O sapo nosso de cada dia em discussão</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 16:59:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A nata da elite da fina flor do pensamento crítico, literário e maloqueirístico do Recife se reúne logo mais, nesta quarta-feira (01/09) para mais uma edição do projeto Engolindo Sapos. Tratam-se de papos  com figuras que fazem e pensam a arte nesses tempos de contemporaneidade contemporânea. Nesta terceira edição, fecha-se a trilogia do tema &#8220;Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/sapos_cartaz3.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3427" title="sapos_cartaz3" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/sapos_cartaz3-150x150.jpg" alt="sapos_cartaz3" width="150" height="150" /></a>A nata da elite da fina flor do pensamento crítico, literário e maloqueirístico do Recife se reúne logo mais, nesta quarta-feira (01/09) para mais uma edição do projeto Engolindo Sapos. Tratam-se de papos  com figuras que fazem e pensam a arte nesses tempos de contemporaneidade contemporânea.</p>
<p>Nesta terceira edição, fecha-se a trilogia do tema &#8220;Os contemporâneos e suas misturas &#8211; experiências e experimentos&#8221;. O evento é realizado pela Produtora Nós Pós e tem acontecido sempre no Espaço Pasárgada (Rua da União, 263 &#8211; Boa Vista), às 19h30.</p>
<p>O bate papo desta vez será com Marcelo Sena (da companhia de dança Cia. Etc.),  com a doutora em literatura Renata Pimentel e com Marco Polo (ex-Ave Sangria e hoje editor da revista Continete Multicultural).</p>
<p>O projeto tem apoio da Fundarpe, UBE-PE, site Vetor Cultural e DFeijó Fotografia.</p>
<p>Pra ver o cartaz todinho, clique nele.</p>
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		<title>MJA &#8211; Bella não encararia a Cruz do Patrão</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 17:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Malassombramentos: os Arquivos Secretos d'O Recife Assombrado]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Jabá Amigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Que porra de Crepúsculo. Em &#8220;Malassombramentos: os Arquivos Secretos d&#8217;O Recife Assombrado&#8221;, não tem espaço pra vampirinho afetado nem para donzelas roliudianas. Aqui o bicho pega. No livro, que vai ser lançado nesse domingo pela brodagem pernambucana quem dá as cartas são a Comadre Fulozinha, a Perna Cabeluda, o Papa-Figo e outras criaturas alucinantes que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/malassombro.JPG"><img class="alignnone size-full wp-image-3412" title="malassombro" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/malassombro.JPG" alt="malassombro" width="400" height="247" /></a>Que porra de Crepúsculo.</p>
<p>Em &#8220;Malassombramentos: os Arquivos Secretos d&#8217;O Recife Assombrado&#8221;, não tem espaço pra vampirinho afetado nem para donzelas roliudianas. Aqui o bicho pega. No livro, que vai ser lançado nesse domingo pela brodagem pernambucana quem dá as cartas são a Comadre Fulozinha, a Perna Cabeluda, o Papa-Figo e outras criaturas alucinantes que só existem de verdade no contexto da imaginação mentirística e medística recifense.</p>
<p>A publicação de 145 páginas foi editada por Roberto Beltrão, que dividiu a produção dos textos com  Jaqueline Couto e meu próprio amigo pessoal Geraldo de Fraga. Ainda colaboraram Sérgio Barza e meu outro amigo André Balaio. Fábio Rafael assina os desenhos não menos horripilantes.</p>
<p>Se você não tem medo de cara feia, dê uma chegada no stand das Edições Bagaço na Festa do Livro (Praça do Arsenal, Bairro do Recife) a partir das 11h desse domingão dia 29.</p>
<p>Geraldo não me disse (nem eu perguntei) quanto custará a obra &#8211; então o primeiro susto deve ser esse.</p>
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		<title>MJA &#8211; Eu, Antônio Maria e a maloqueiragem toda na Rua da Moeda. Vamo nessa?</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 03:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prateleira]]></category>
		<category><![CDATA[Coletânea de Crônicas Antônio Maria]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Jabá Amigo]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é crônica? O escriba Cristhiano Aguiar deve ter fundido a cuca pensando nisso quando, pela Fundação da Cidade do Recife, foi incumbido de arrebanhar os participantes da Coletânia Antonio Maria de Crônicas. A coleção será lançada nesta terça-feira, dia 24, às 20h, na Rua da Moeda (Recife Antigo), como parte da programação do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/coletaniaantoniomaria.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3391" title="coletaniaantoniomaria" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/coletaniaantoniomaria.png" alt="coletaniaantoniomaria" width="400" height="190" /></a>O que é crônica?</p>
<p>O escriba Cristhiano Aguiar deve ter fundido a cuca pensando nisso quando, pela Fundação da Cidade do Recife, foi incumbido de arrebanhar os participantes da Coletânia Antonio Maria de Crônicas. A coleção será lançada nesta terça-feira, dia 24, às 20h, na Rua da Moeda (Recife Antigo), como parte da programação do <a href="http://www.aletraeavoz.com.br" target="_blank">VIII Festival a Letra e a Voz.</a></p>
<p>O livro é um belo balaio de gatos e gatas que procuram transformar em palavras o que veem os olhos e ouvem os ouvidos.</p>
<p>Entre estreantes, veteranos e tudo o que existe pelo meio, tive a sorte de ser convidado para participar. E a alegria de aceitar prontamente.</p>
<p>Além desse humilde bodegueiro, tem uma turma boa de letra dividindo as páginas do livro. Saca só: Xico Sá, Adelaide Ivánova, Raimundo Carrero, Débora Nascimento, Artur Carvalho, José Mário Rodrigues, Bruno Piffardini, Lulina, Ronaldo Correia de Brito, Vitória Lima, Helder Herik, Theresa Bachmann, Luzilá Gonçalves Ferreira, Samarone Lima, Ana Quitéria e Homero Fonseca</p>
<p>Dá pra tu?</p>
<p>De quebra, o lançamento vai contar com a mulherada do grupo &#8220;Vozes Femininas&#8221; fazendo um recital das crônicas.</p>
<p>Quem viu ele prontinho e cheirosinho, disse que o livro tá bonito que só. Não sei quantas páginas tem ou quanto vai custar o exemplar. Mas se eu fosse você, levaria um pra casa.</p>
<p>Tou tão animado com essa parada que vou até deixar de ir ao jogo do Sport na Ilha do Retiro. Ou seja: não é pouca coisa.</p>
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		<title>Educação em Direitos Humanos: lançando e falando</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 21:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prateleira]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha muito amiga Celma Tavares insistia muito para que eu escrevesse um artigo sobre direito à comunicação mais direcionado ao público sabido da academia. Eu estudei pouco. Não tenho especialização, mestrado ou doutorado. Me esquivei o quanto pude da tarefa. Não por falta de querência, mas por insegurança na podência. Celma insistiu. Tanto e bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/livro-educacao-dh.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3273" title="livro educacao dh" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/livro-educacao-dh.png" alt="livro educacao dh" width="246" height="313" /></a>Minha muito amiga Celma Tavares insistia muito para que eu escrevesse um artigo sobre direito à comunicação mais direcionado ao público sabido da academia.</p>
<p>Eu estudei pouco. Não tenho especialização, mestrado ou doutorado. Me esquivei o quanto pude da tarefa. Não por falta de querência, mas por insegurança na podência.</p>
<p>Celma insistiu. Tanto e bem e tanto que se ofereceu pra escrever comigo.</p>
<p>E o resultado é um dos textos que faz parte do livro &#8220;Políticas e Fundamentos da Educação em Direitos Humanos&#8221;, da Editora Cortaz, que será lançado nesta quinta-feira, 29, às 14h, em Olinda , no Centro de Convenções, Auditório Guararapes.</p>
<p>O evento, claro, é aberto pra quem quiser ir e, principalmente, pra quem quiser comprar o livro. A obra, salvo engano, estará à venda por R$ 26 e ainda tem colaborações de feras como Aida Monteiro (UFPE/SE/PE); Celma Tavares (Espaço Feminista PE); Maria de Nazaré Tavares Zenaide ( UFPB); Paulo Carbonari (IFIBE/RS); Ricardo Balestreri (Senasp/ SP); Solon Viola ( Unisinos/ RS) e Erasto Fortes (SDH/PR). A discussão será mediada por Margarida Genevois, da Rede Brasileira de Educação em Direitos Humanos.</p>
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		<title>Hoje é dia de Quartas Literárias no CCLF</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 15:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Moraes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prateleira]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Quartas Literárias]]></category>

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		<description><![CDATA[Gerusa Leal, Malungo,Wellington de Melo, Cláudia Trevisan, Adélia Flô Coelho, Susana Morais, Oscar Lira e Bernadete Bruto, você e sua poesia. A edição de julho das Quartas Literárias acontece hoje 19h, no Centro de Cultura Luiz Freire. O CCLF fica na rua 27 de Janeiro, 181, no bairro do Carmo, em Olinda. É a mesma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/Quartas+Literarias_Julho.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3265" title="Quartas+Literarias_Julho" src="http://www.bodega.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/Quartas+Literarias_Julho-150x150.jpg" alt="Quartas+Literarias_Julho" width="150" height="150" /></a>Gerusa Leal, Malungo,Wellington de Melo, Cláudia Trevisan, Adélia Flô Coelho, Susana Morais, Oscar Lira e Bernadete Bruto, você e sua poesia.</p>
<p>A edição de julho das Quartas Literárias acontece hoje 19h, no Centro de Cultura Luiz Freire.</p>
<p>O CCLF fica na rua 27 de Janeiro, 181, no bairro do Carmo, em Olinda. É a mesma rua do Bar da Pitombeira.</p>
<p>Pra ver o cartaz grande e formoso, clique no próprio.</p>
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