Entrei na Ilha do Retiro, quarta-feira passada, com uma garrafinha de uísque no bolso da bermuda. Carol com outra no sutiã. Fernandinho levava uma garrafinha de vodka na cueca.
Os três pequenos recipientes nos mantiveram durante as mais de quatro horas que passamos no estádio.
Acontece assim em São Paulo, no Rio, na Bahia e em qualquer outro lugar em que se proíba que as pessoas estejam, por motivos variados, proibidas de usar essa droga legalizada que é o álcool.
Na enquete que encerrei hoje, vejam os resultados. Perguntei o que as pessoas achavam da proibição da venda e do consumo de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol. As respostas:
Um absurdo. Não tem efeito prático e prejudica o lazer das pessoas (59%)
Ótima. Futebol não rima com cerveja (31%)
Hein? (8%)
Não tou nem aí. Não ligo pra futebol nem pra birita (3%)
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