urna_eletronica_votoComo a senhora já está cabeluda de saber, essa Bodega não tem nada de imparcial (se quiser saber mais, vá lá no “Como Assim?”).

Com o início da campanha eleitoral, venho através deste post humildemente externar minhas preferências (e dúvidas) eleitorais para as próximas eleições, dando minha bochechuda cara à tapa, iniciando (ou não) um debate eleitoral bodeguístico que pode ser muito rico, pobre ou classe média.

De “baixo pra cima”, não sei em quem vou votar para deputados/as estaduais e federais. Voto em Pernambuco e por aqui existem vários/as candidatos que gostaria que se elegessem ou que renovassem seus mandatos. Mais do que eleger um ou outro, torço para que possamos formar uma boa bancada progressista, que possa realmente não só moralizar o ambiente legislativo, mas também propor e aprovar medidas que garantam direitos e contribuam para a transformação do nosso tradicional sistema de castas em um modelo de sociedade mais justa e tudo mais.

Pretendo, maistardemente, falar um pouco sobre alguns desses/as deputados/as ‘votáveis’, mas adianto alguns:

Estadual: Luciano Siqueira (PCdoB), Waldemar Borges (PSB), Teresa Leitão (PT), Roberto Leandro (PV), Marcelo Santa Cruz (PT). Gostaria que todos fossem eleitos. Certamente há outros/as.

Federal:Paulo Rubem (PDT), Luciana Santos (PCdoB), Fernando Ferro (PT). Há outros.

Para o senado, vou de Humberto Costa (PT) e Armando Monteiro (PTB), na esperança de fazer com que Marco Maciel perca sua vaga em Brasília.

Permaneço indeciso nas duas chapas majoritárias.

Em Pernambuco, tenho muita simpatia pelo governo de Eduardo Campos, que tenta a reeleição e obteve avanços importantes em questões de segurança pública, desenvolvimento e cultura – embora eu ainda considere modesto nas políticas de comunicação e educação, saúde e meio ambiente. Gosto bastante de Edílson Silva (PSOL) por sua coerência ao longo dos anos e por pactuar com muitas de suas propostas especialmente nas áreas em que Eduardo Campos avançou menos. Bom lembrar que Edílson é um dos poucos políticos que fala abertamente a favor da legalização da maconha, do aborto e da união civil entre pessoas do mesmo sexo. Mesmo que não sejam questões da alçada estadual, esses assuntos  são uma espécie de “progressivômetro” que funciona para mim.

Nacionalmente, sou muito simpático tanto a Plínio Arruda (PSOL) e a Marina Silva (PV). Prefiro ela pela capacidade de articulação que mostra e pela experiência que teve como ministra. Lamento apenas que ela não pontue no meu ‘progressivômetro’. Num possível (você acha?) segundo turno, votarei contra José Serra por uma infinidade de motivos.

E você? Vota como?

Lembro sempre que Bodega é Bodega. O chope é gelado independente da cor do seu voto.

Em tempo: qualquer uma dessas opiniões pode ser mudada a qualquer momento.