televisao voandoFazia tempo que eu não era chamado pra falar sobre tevê digital.

Verdade que não costumo ser o primeiro da lista para elencar as vantagens do tal padrão nipo-brasileiro.

Durante a Copa do Mundo, vi não-sei-onde uma transmissão em alta definição. Achei fantástico aquilo ali.

Antes e depois do fiasco da selecinha no Mundial, porém, parece que não faz tanta diferença assim a nitidez da imagem ou a quantidade de linhas de resolução.

Se na sua cidade o tal sistema digital já está funcionando, por favor me desminta . Ou é verdade que, caso tenha comprado uma tevê com conversor embutido ou um set top box, você não ganhou nenhum canalzinho a mais? Que tem usado sua tecnologia de ponta apenas para ver melhor a maquiagem do artista da novela ou a nitidez do buraco no gramado do Maracanã?

Enquanto isso, quanto tempo você tem passado na frente da televisão?

E quanto tempo passa aqui, nesse computador. Ou mesmo aqui, nesse telefone celular. Ou nesse tablet? Escolhendo a qualidade, o horário e o conteúdo que quer ver na sua telinha?

Pra dar uma sacudida nessa discussão foi que me chamaram para participar do seminário “TV Digital: desafios e perspectivas”, que começa às 15h dessa segunda-feira, na Universidade Católica de Pernambuco (bloco A, sala 510).

Depois da primeira mesa, que conta comigo e com os professores Juliano Domingues e Alexandre Figueiroa, tem outra falando mais das transformações no telejornalismo, com as também professoras Lívia Cirne e Yvana Fechine. Quem media é o professor Cláudio Bezerra.

Pra saber mais, vá aqui no Ombuds PE.