Só vi hoje (nesse link aqui) uma reportagem da Record que foi ao ar domingo passado.
A matéria de uns 13 minutos rebate acusações feitas pela Rede Globo contra seu proprietário, o bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus.
E mostra uma parada bem grave.
O repórter César Tralli, da Globo, entrevista um promotor norte-americano sobre um caso que está sendo investigado pelo Ministério Público de São Paulo.
Como se isso, somente, já não fosse uma coisa meio… descoisada, ainda mostra que a reportagem da Globo ‘falsifica’ a tradução do que o tal promotor diz.
A gente sabe que tradução sempre fica um pouco diferente, mas nesse caso o que foi ao ar é praticamente o opostodo que o cara disse.
Isso, só isso, em qualquer lugar mais ou menos decente deveria render punição ao responsável por esse tipo de jornalismo (sic).
Depois (sim, tem depois), a Record afirma com todas as letras que tem gente sendo pago pela Globo pra dar declarações falsas na Revista Época.
Aí, minha gente, das duas uma.
Ou a Globo tá pagando gente pra falar mal da Igreja Universal, como diz a Record.
Ou a Record está mentindo.
Um ou outro (ou um e outro?) está descaradamente usando a concessão pública do canal de televisão para lascar o concorrente.
São duas empresas poderosas, com muita grana e muita sede de sangue.
Se fazem isso entre si, avaliem o que podem fazer com eu e você, reles mortais (supondo que você, cara bodeguista, seja uma reles mortal igual a mim).
Deu pra sacar porque é que todo mundo deveria ter direito a seu próprio espaço na tevê?
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