A delegação brasileira em Pequim precisava mesmo era de um psiquiatra. Eu vou mais longe. Tamo precisando mesmo é de gente mais forte, que tenha influência junto às energias desconhecidas do Universo. Com tanta quizila, a gente fica só imaginando qual vai ser a próxima bronca.
Aqui entre nós, na falta de alguém melhor, resolvo culpar Galvão Bueno.
Tudo começou mesmo antes dos jogos, quando Juliana, do vôlei de praia, machucou-se.
Já nos primeiros dias, João Derly, favorito ao ouro no judô, levou um pau de um português chifrudo que vingou-se da perda da namorada;
Pouco depois, sumiu a vara de Fabiana Murer;
Diego Hipólito, favorito ao ouro, levou um estouro quando terminava sua última pirueta.
Yane Marques, do pentatlo, teve seu equipamento todo ‘atropelado’ na pista do aeroporto.
Um cavalo do hipismo foi vetado pelo Departamento Médico. Outro, Chupa Chup, foi pego dopado. Também, com um nome desse, já chegou suspeito em Pequim;
A seleção da Nike, digo, de Ricardo Teixeira, digo, de Dunga, não entra nessa lista. Todo mundo sabia que ia se lascar.
Mas a feminina… Quanta emoção! Quanta superação! Quanta empolgação! Quanta genialidade! Quanta quizila!!! Como é que se perde um jogo desses para os Estados Unidos?
Alguma coisa tem por aí.
Ao pessoal que ainda disputa o ouro, no vôlei de praia e de quadra, duas palavras:
SAL GROSSO.
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