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3 comentários em “As mulheres e a mídia – com a cara e a voz delas mesmas”
Eu e a minha esposa temos notado que quase nunca uma mulher é a voz de uma publicidade na televisao, em publicidade e propaganda. É quase sempre um homem descrevendo um produto. Como podem as mulheres ter as mesmas oportunidades quando existem clases inteiras de trabalhos onde as mulheres simplesmente não são consideradas nem permitidas?
De certa forma, as mulheres do Brasil têm um desafio parecida ao desafio dos Afro-descendentes: Somos a metade do povo ou mais que a metade. Mesmo assim somos invisíveis quando as noticias mostram a área de cambio na bolsa de valores. É muito difícil ver mulheres e ainda mais difícil ver Afrio-descendentes na Camara e Senado do pais.
Ainda da para ver publicidades para carros e cerveja onde todos os participantes tem pele branco e nenhuma mulher aparece na propaganda. O padrão é o homem branco e normalmente eles tem que ter um motivo muito forte para ver porque uma publicidade não pode e não deve ser feita apenas com homens brancos ou apenas com brancos, sem Afro-descendente nenhum.
Sera que mulheres e negros simplesmente não compramos cerveja, carros, e comida? Duvido. Ainda da para ver programas na televisão com 20 membros do equipe e nenhum Afro-descendente. Vinte homens brancos trocando ações e nenhuma mulher ou Afro
Quando será que os 50% do Brasil são Afro chegará a ser 50% dos que vemos na televisão que supostamente representa a sociedade brasileira?
Têm aqueles que vão dizer que têm Afro-descendentes na televisão, só que a pele deles é tão claro que não da para perceber a deferência. Aí está a regra geral de televisão, que felizmente não é sempre aplicado: Os Afro-descendentes podem aparecer na televisão, sim, particularmente quando a pele deles é tão claro que não da para perceber que eles são descidos de Africanos.
São apenas os que são obviamente Afro-descendentes, pela cor da pele, que são excluídos.
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As mulheres e a mídia – com a cara e a voz delas mesmas | Bodega | Brasil Media
15 de July de 2010 às 11:55 am
[...] Follow this link: As mulheres e a mídia – com a cara e a voz delas mesmas | Bodega [...]
Atty. Francis L. Holland
18 de July de 2010 às 7:49 pm
Eu e a minha esposa temos notado que quase nunca uma mulher é a voz de uma publicidade na televisao, em publicidade e propaganda. É quase sempre um homem descrevendo um produto. Como podem as mulheres ter as mesmas oportunidades quando existem clases inteiras de trabalhos onde as mulheres simplesmente não são consideradas nem permitidas?
De certa forma, as mulheres do Brasil têm um desafio parecida ao desafio dos Afro-descendentes: Somos a metade do povo ou mais que a metade. Mesmo assim somos invisíveis quando as noticias mostram a área de cambio na bolsa de valores. É muito difícil ver mulheres e ainda mais difícil ver Afrio-descendentes na Camara e Senado do pais.
Ainda da para ver publicidades para carros e cerveja onde todos os participantes tem pele branco e nenhuma mulher aparece na propaganda. O padrão é o homem branco e normalmente eles tem que ter um motivo muito forte para ver porque uma publicidade não pode e não deve ser feita apenas com homens brancos ou apenas com brancos, sem Afro-descendente nenhum.
Sera que mulheres e negros simplesmente não compramos cerveja, carros, e comida? Duvido. Ainda da para ver programas na televisão com 20 membros do equipe e nenhum Afro-descendente. Vinte homens brancos trocando ações e nenhuma mulher ou Afro
Quando será que os 50% do Brasil são Afro chegará a ser 50% dos que vemos na televisão que supostamente representa a sociedade brasileira?
Têm aqueles que vão dizer que têm Afro-descendentes na televisão, só que a pele deles é tão claro que não da para perceber a deferência. Aí está a regra geral de televisão, que felizmente não é sempre aplicado: Os Afro-descendentes podem aparecer na televisão, sim, particularmente quando a pele deles é tão claro que não da para perceber que eles são descidos de Africanos.
São apenas os que são obviamente Afro-descendentes, pela cor da pele, que são excluídos.
Wellington de Melo
19 de July de 2010 às 2:07 pm
Muito bom o vídeo. Escrevi um texto em torno deste tema há algum tempo: http://wellingtondemelo.com.br/site/2009/03/misoginia-musica-e-lixo/
Abraço!