Em Maputo, capital Moçambicana, há 3 cinemas apenas.

Na periferia da cidade, mais de 5000 salas informais passam DVDs piratas e levam o audiovisual a uma infinidade de pessoas que jamais teriam condições de assistir aos mesmos filmes.

No livro Kanimambo, eu conto a história de um desses cinemas, no distrito de Boane. Lá, diariamente eram exibidas sessões da novela (normalmente da Globo), seguidas por um ou dois filmes (normalmente de porrada).

Recebi de Kaio Almeida este documentário, feito a partir de uma oficina de audiovisual, focado num desses, digamos, cinemas alternativos.